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Publicado em Cooperativismo , dia 22 de janeiro de 2015

Um mundo mais cooperativo. Isto tem tudo a ver com você.

Por: Cooperforte

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O mundo será cada vez mais tão melhor quanto melhores forem as pessoas. Quanto mais a cidadania, a solidariedade e a gentileza fizerem parte do dia a dia. Quanto custa ceder a vez a quem mais precisa, ajudar a quem tem dificuldades ou, simplesmente, ser cordial em todos os ambientes? Você sabe: não custa nada. Pelo contrário, aumenta sentimentos de conforto humano, gratidão e bem-estar e pode até ajudar a vencer algumas dificuldades, entre elas a timidez.

Algumas pessoas se sensibilizam e se engajam tanto nestas questões que optam por participar voluntariamente de projetos e ações sistemáticas, desenvolvidos por organizações não-governamentais, entidades assistenciais ou de classe, instituições religiosas, escolas, hospitais e outras, cujo objetivo final é promover o bem-estar e a inserção econômico-social de quem vive em dificuldade.

Mas estas ações não fazem bem apenas às pessoas e comunidades assistidas; elas também trazem benefícios para o voluntário, entre eles:

 

Amplia a rede de relacionamentos – Proporciona conhecer outras pessoas que, pelo voluntariado, demonstram ter afinidades conosco. E também outras, de formação e realidades diferentes das nossas, o que enriquece a experiência de vida.

Desenvolve capacidades – Traz oportunidades de aprender e praticar coisas novas, como liderar pequenas equipes, motivar outras pessoas, desenvolver a oratória e novas habilidades.

Promove a autorrealização – Aumenta sentimentos positivos em relação a si próprio e ao mundo, elevando e fortalecendo a auto-estima, motivando para o crescimento pessoal e, até, agindo contra a monotonia, o tédio e a depressão.

Aumenta o compromisso ético – Facilita melhor compreender a natureza humana e certificar-se de que o comportamento ético inclui a prática da cidadania, do cooperativismo e da responsabilidade socioeconômica-ambiental.  

 

Se você se interessou pelo assunto e deseja colaborar ainda mais na construção de um mundo melhor, aí vai uma mãozinha: clique aqui e veja algumas alternativas de atuação.

 

  • Cooperativismo

Publicado em Cooperativismo , dia 15 de janeiro de 2015

Car sharing: esta moda pega no Brasil?

Por: Cooperforte

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O trânsito nas cidades brasileiras está cada vez mais caótico. Não apenas nas capitais, pois mesmo as cidades médias, por falta de planejamento, sofrem com o aumento contínuo de automóveis em suas ruas, muitas vezes estreitas e impróprias para tão intenso fluxo. Com isto, dirigir nestas circunstâncias está se tornando cada vez mais desgastante, elevando o nível de estresse a ponto de prejudicar a saúde e bem-estar. E também, pela emissão de gases poluentes, comprometendo a qualidade ambiental.

Esta realidade preocupa a todos, o que tem levado à busca de meios alternativos de transporte. Prova disto é que a implantação de projetos que disponibilizam bicicletas para uso da população, já adotados em alguns países desenvolvidos, agora crescem em nosso país.

Por seu ineditismo, uma nova modalidade de transporte está chamando a atenção dos brasileiros. É o car sharing, ou compartilhamento de carros, em que o cliente aluga um carro para uso em um curto espaço de tempo, geralmente poucas horas. Como os carros em questão são veículos elétricos, se reduziria o volume de carros que poluem o ambiente com a emissão de dióxido de carbono.

A alternativa está sendo testada em Recife, capital pernambucana, e, confirmada sua eficiência e adequação à nossa cultura e realidade, talvez o car sharing venha a ser adotado em outras cidades brasileiras.

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Publicado em Cooperativismo , dia 15 de dezembro de 2014

Natal é bondade à flor da pele

Por: Cooperforte

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Principalmente no final do ano, bons sentimentos se potencializam. Grandes doses de união, amor, fraternidade e solidariedade ganham mais espaço cotidiano das pessoas, sensibilizando-as humanitariamente. Aproveitando este “clima”, muitas instituições lançam campanhas solidárias voltadas para suavizar a realidade dos menos favorecidos.

No Brasil, uma das campanhas natalinas mais antigas é o “Papai Noel dos Correios”, que neste ano completa 25 anos, levando brinquedos a crianças carentes de todo o país. A ideia é simples: os interessados entram em contato com os Correios e “adotam” a carta de uma criança, doando o brinquedo que ela pede. Veja: http://blog.correios.com.br/papainoeldoscorreios/

A Organização Não Governamental Ação da Cidadania desenvolve nacionalmente a campanha “Natal Sem Fome dos Sonhos” que, além de levar alimentos, procura também diminuir o analfabetismo em comunidades carentes. A ONG existe há 22 anos e desenvolve vários projetos ao longo do ano, que você pode conhecer e participar acessando http://www.acaodacidadania.com.br/

Grandes ou pequenas, nacionais, regionais ou locais, neste período campanhas solidárias se intensificam em todo o país. Mas o sucesso delas e seus efeitos na vida de milhões de pessoas carentes dependem da participação e do apoio da sociedade a estas iniciativas. Por isto, mobilize-se, dê sua contribuição, participe. Ser solidário é cooperar!

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 11 de dezembro de 2014

Direitos Humanos são para todos

Por: Cooperforte

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Em 10 de dezembro de 1948, foi proclamada em Paris, na  Assembleia Geral das Nações Unidas, a  Declaração Universal dos Direitos Humanos. Elaborado por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais de todas as regiões do mundo, o texto é “uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações”, em relação a questões como dignidade, liberdade e igualdade.

Apesar das diretrizes terem servido de base para outros acordos e convenções internacionais, firmados nos anos seguintes, mesmo 66 anos depois de proclamada a Declaração, ainda existem, pelo mundo, situações em que os direitos humanos são desrespeitados e violados. Isto prova que a humanidade ainda precisa evoluir bastante para se tornar uma civilização em que todas as nações e povos sejam respeitados e tenham seus direitos garantidos em plenitude.

Individualmente as pessoas podem contribuir muito neste processo. No dia a dia, sendo éticas, respeitando as leis, normas e convenções, praticando e promovendo a igualdade, a solidariedade, a cordialidade, a gentileza e outras atitudes e comportamentos que, mesmo parecendo pequenos e simples, possuem grande efeito na comunidade, na sociedade e até no país e no mundo.

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Publicado em Cooperativismo , dia 8 de dezembro de 2014

Retrospectiva 2014 Cooperforte

Por: Cooperforte

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Cooperar para evoluir. A cada ano que passa, mais a Cooperforte cresce se fortalece, sempre presente na vida de seus 130 mil associados. Afinal, eles são a razão de ser da Cooperativa. Relembre abaixo algumas ações de comunicação realizadas para eles, neste ano que está chegando ao fim:

 

-Vídeo Cooperforte 30 anos: A história de uma caixinha de empréstimos que se transformou na maior cooperativa de crédito urbano do país. Isto é o que conta o vídeo comemorativo do 30º aniversário da Cooperforte. Veja aqui:

-Linha do Tempo: Os grandes fatos que marcaram a história mundial e algumas conquistas importantes da Cooperforte, de 1984 a 2014, aqui estão apresentados ano a ano.  http://blog.cooperforte.coop.br/timeline/

-Orçamento em Dia: Para facilitar aos associados manter as contas em ordem,, a Cooperforte criou e disponibilizou, no canal de educação financeira, o aplicativo Orçamento em Dia. Muito útil para se equilibrar receitas e despesas, pode ser baixado agora, diretamente da Apple Store ou do Google Play.

-Novo Site: A Cooperforte deu um belo ‘upgrade’ em seu site, deixando-o mais bonito, mais moderno, mais funcional e completamente integrado com as redes sociais. Ainda não conhece? Então acesse www.cooperforte.coop.br

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Publicado em Cooperativismo , dia 20 de novembro de 2014

Conhecimento: cooperar é compartilhar, crescer e multiplicar

Por: Cooperforte

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A cooperação sempre esteve presente na história da humanidade, mas agora é considerada uma das palavras-chaves deste início de século, assim como a troca de informações é uma prática muito importante para instituições e para as pessoas. No entanto, a informação pela informação não possui valor social até ser transmitida para outros e ser transformada em conhecimento. Compartilhar este conhecimento de algum modo funciona como escambo na sociedade pós-moderna, pois beneficia a todos e o benefício da coletividade é benéfico para quem pioneiramente foi em busca da informação.

Em um mundo onde a maior parte do dinheiro está concentrada em grandes corporações, profissionais e empreendedores que “navegam contra a corrente” buscam novos meios de crescer e de se fortalecer. Um destes caminhos é justamente praticar a cooperação.

Neste cenário, a troca de conhecimento e o compartilhamento de meios aumentam cada vez mais. Atualmente, conceitos de trabalho colaborativo são bastante comuns no mercado de trabalho, entre eles o coworking no qual os profissionais ou empresas, entre outras coisas, estabelecem relacionamentos negociai, onde oferecem e/ou contratam serviços mutuamente. Outras iniciativas visam favorecer o surgimento e amadurecimento de ideias, que se transformam em projetos coletivos. Já o crowdsourcing combina os esforços de voluntários ou trabalhadores de tempo parcial num ambiente onde cada colaborador, por iniciativa própria, adiciona uma parte para gerar um resultado maior.

 

Para saber mais sobre o assunto, acesse as matérias:

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI332934-17180,00-ESPACOS+DE+COWORKING+PARA+COMECAR+SEU+NEGOCIO.html

http://www.consumocolaborativo.cc/crowdsourcing-brasil-sites-de-crowdsourcing-brasileiros-2/

 

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Publicado em Cooperativismo , dia 19 de novembro de 2014

Levando riso a quem precisa

Por: Cooperforte

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Em geral, a maioria dos ambientes onde se trata da saúde não são agradáveis e muito menos convidativos. Por experiência própria, por medo ou até mesmo por  imaginação, fazem lembrar limitações e restrições, desconforto, dor, sofrimento e, por isto, ninguém os deseja, mesmo quando o que está em jogo é a recuperação do bem-estar. E esta “rejeição”, muitas vezes, até retarda, quando mesmo não atrapalha, o sucesso do tratamento.

Constatada esta realidade, nas últimas décadas o ambiente hospitalar vem sendo humanizado, no que é possível assemelhando-se ao espaço doméstico. Tudo para que a pessoa em tratamento se sinta mais confortável, disposta e participativa no processo de recuperação da saúde.

Mas não é de hoje o conhecimento de que a descontração e o bom humor são verdadeiros “remédios” e quase operam “milagres”. Quatrocentos anos antes de Cristo, o pai da Medicina, Hipócrates, já utilizava animações e brincadeiras com fins terapêuticos.

No Brasil, a experiência mais consagrada vem do grupo Doutores da Alegria, que há 23 anos leva riso, alegria e recreação a hospitais de vários estados. Mais do que diversão, estes doutores levam saúde. São quarenta palhaços profissionais, que nestas duas décadas já realizaram mais de um milhão de visitas e hilárias intervenções.

Os Doutores da Alegria levam o riso tão a sério que possuem até uma escola que é referência na pesquisa da linguagem de palhaço. Por ela já se formaram mais de 180 artistas, em cursos que duram três anos. Além disto, o grupo articula nacionalmente e incentiva uma rede de iniciativas semelhantes, assim como possui uma loja virtual com diversos produtos.

Segundo a “trupe”, hospital não é lugar de doença, mas de saúde. Assim como local de trabalho deve ser local de saúde. Por isso, os Doutores da Alegria se apresentam também em empresas, levando riso a quem precisa.

O trabalho dos Doutores da Alegria é reconhecido mundialmente. Foi documentado em um filme, exibido nos Estados Unidos onde, inclusive, a divertida e eficaz experiência brasileira vem sendo apresentada na Escola de Artes Dramáticas da Carolina do Sul.

Veja, abaixo, o que os Doutores da Alegria acham dos ambientes de trabalho