BLOG COOPERFORTE
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Publicado em Negócios , dia 14 de junho de 2012

10 dicas para ensinar o valor do dinheiro às crianças

Por: ricardo

A educação financeira para crianças está longe de ser um assunto simples: rede afora, especialistas debatem quais as melhores formas de se tratar o assunto de maneira efetiva, prática e que surta os efeitos desejados.

Separamos, aqui na Cooperforte, 10 dicas importantes sobre o assunto. Veja abaixo:

1: Educação financeira varia muito de acordo com idade. Se seu filho tiver de 3 a 4 anos, ensine que compras são feitas por necessidade, não por desejo; de 4 a 6 anos, está na hora de ele saber usar moedas e notas; a partir dos 7, ele já pode receber valores fixos periódicos para aprender a administrar.

2: Exemplos práticos são essenciais para que uma criança consiga entender os conceitos de uso consciente de dinheiro. Sempre que contas precisarem ser feitas (seja para uma viagem ou uma nova compra), envolva o seu filho nas decisões. Faça ele se sentir parte, perceber que tem voz ativa.

3: Quando começar a dar mesadas, seja regular e fixo. É importante ele saber quando e com quanto pode contar para conseguir se administrar. Se a criança tiver de 7 a 11 anos, o ideal é dar uma “semanada”, diminuindo os “riscos” das suas decisões. Depois disso, já é aconselhável se pensar em mesadas.

4: Nunca esconda eventuais dificuldades financeiras que a família estiver passando. As crianças precisam entender que problemas existem e que, com a devida organização e disciplina, é possível resolvê-los.

5: Nunca impeça seu filho de gastar o dinheiro dele. Você deve aconselhar, mas é importantíssimo que a decisão final seja dele, que está administrando o  próprio “patrimônio”.

6: Tarefas de casa nunca devem ser remuneradas. É importante que a criança saiba que está ajudando em casa porque faz parte da família e não porque quer sair no lucro.

7: Da mesma forma, boas notas não devem ser recompensadas com dinheiro. A criança deve se sair bem na escola porque o aprendizado em si é importante, independentemente de qualquer tipo de recompensa.

8: Cartão de crédito? Nada disso: há coisas feitas apenas para adultos!

9: Se seu filho estiver se saindo bem e conseguindo guardar dinheiro, considere a possibilidade de abrir uma poupança. Isso já o ensinará um tipo de administração mais madura e efetiva.

10: Esteja sempre atento: educação financeira é um processo contínuo, com pequenos aprendizados a cada dia. Oriente seus filhos e mostre a eles o valor do dinheiro sempre que possível.

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Publicado em Negócios , dia 11 de junho de 2012

O desafio de ensinar o valor do dinheiro às crianças

Por: ricardo

Se educação financeira já é difícil para adultos, habituados a fazer por merecer uma receita que, por vezes, mal dá para cobrir os seus gastos fixos, imagine então para crianças. Afinal, o próprio conceito de trabalho ainda é pouco entendido e a relação entre ele e os desejos de consumo que costumam aparecer a cada dia é tão incerto quanto perigoso.

Estamos postando, no Twitter e no Facebook, dicas e recomendações diárias sobre esse assunto para todos os que nos seguem – mas veja também algumas recomendações feitas pela especialista Cássia D’Aquino:

 

 

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Publicado em Cooperativismo, Negócios , dia 9 de junho de 2012

Passos importantes para se conquistar e manter a independência financeira

Por: Cooperforte

Hoje é véspera do feriado que comemora a Independência do Brasil. Que tal aproveitar a data e o tema para começar a planejar a sua independência financeira? Ela é a garantia de um futuro mais tranquilo!

No começo dessa semana, publicamos um post com a fórmula para se calcular a sua meta de patrimônio a ser formada para quem, no futuro, pretende viver de renda. Continuando o assunto, selecionamos para você este vídeo em que o especialista  em finanças Gustavo Cerbasi dá dicas importantes para que essa meta seja cumprida.  Vale a pena assistir.

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Publicado em Negócios , dia 7 de junho de 2012

Como prever seus gastos

Por: ricardo

É muito comum se deparar com opiniões de terceiros em artigos e blogs falando que você deve economizar um pouquinho aqui, um pouquinho ali, até montar um orçamento familiar perfeito. Mas o que é, exatamente, um “orçamento familiar perfeito”?

Na prática, dependendo da região do país em que se vive, do tipo de emprego e mesmo do estilo de vida, orçamentos podem variar bastante. Há, todavia,  um consenso entre especialistas em finanças domésticas que deve ser observado. Veja a tabela abaixo e faça as suas contas. Afinal, como está a administração de sua renda familiar?

 

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Publicado em Crédito, Negócios , dia 6 de junho de 2012

Faça seu dinheiro valer mais!

Por: ricardo

O que faz com que uma mesma quantia na mão de algumas pessoas se multiplique e na mão de outras, nas mesmas condições, diminua e até se transforme em pesadas dívidas? A resposta é simples: o modo como a pessoa se relaciona com o dinheiro e com o crédito.

O dinheiro, em si, é uma coisa abstrata, que se materializa na forma de bens, produtos e serviços. De modo geral, também transmite ideias de poder, status, fartura, generosidade e tranquilidade – coisas sempre almejadas, como símbolos de prosperidade e sucesso.

Entretanto, se a pessoa, no seu dia a dia, não souber lidar com o dinheiro e administrar corretamente seu uso – das despesas insignificantes aos compromissos mais ousados – certamente em pouco tempo enfrentará uma situação que ninguém deseja – o desequilíbrio financeiro.

Pode parecer difícil, mas administrar bem o dinheiro é mais fácil do que parece. O primeiro passo é fazer o planejamento financeiro, que sempre começa com o levantamento das receitas e das despesas mensais. Especialistas recomendam classificar as despesas por ordem de prioridade e importância, observando se têm valor fixo ou variável, para conhecer quanto cada uma pesa no orçamento. Não se pode esquecer obrigações eventuais, como impostos e seguros, e gastos imprevistos (atendimento médico, manutenção do carro etc).

Passo seguinte é procurar reduzir o valor variável das despesas essenciais (contas de luz e de telefone, por exemplo) e analisar aquelas que podem estar impactando o orçamento sem efetivamente trazerem benefício, sendo mais comuns neste caso as assinaturas de revistas que não são lidas e os pacotes de programações de TV a cabo raramente assistidas.

Enxugar o orçamento não significa abrir mão do lazer; basta que se façam algumas substituições. Como, por exemplo, aproveitar a programação gratuita de centros culturais, trocar algumas idas ao cinema pelo aluguel de filmes, optar por passeios a parques públicos em vez de visitas a shoppings e até (por quê não?), substituir comemorações em restaurantes por jantares em família, no aconchego do lar.