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Publicado em Atualidades , dia 25 de maio de 2015

Na internet todo mundo tem voz. Mas o que diz, aí é outra coisa…

Por: Cooperforte

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Antigamente, quando alguém duvidava de algo que estava escrito, era muito comum dizer “papel aceita tudo!”. Trazido para a modernidade, este ditado popular cresce um pouco: “se papel aceita tudo, imagine a internet…”

Estes pensamentos são bastante sábios, pois significam que nem tudo o que se lê, assiste e ouve é realmente, ou inteiramente, verdade. Em relação à internet, então – que hoje possibilita a todo mundo expressar livremente o que pensa, imagina e deseja -, é preciso ter mais cuidado ainda. Afinal, não são raros os casos de atrocidades que foram cometidas simplesmente porque pessoas agiram influenciadas pelo que, levianamente, foi publicado nas redes sociais.

Isto mostra como é importante ser responsável ao publicar nas redes sociais, pois ninguém sabe ao certo nem o alcance nem os efeitos das mensagens. Quem deseja viver em um mundo melhor é cuidadoso na escolha do que veicula, evitando difundir qualquer material que compartilhe discriminação e preconceito, ou estimule a violência e comportamentos destrutivos.

A internet é uma criação tecnológica de valor inestimável. Modificou o mundo de tal forma que há quem agora divide a história da humanidade em duas eras: A.I. (antes da internet) e D.I. (depois da internet). Trouxe os benefícios democráticos incalculáveis, que vão desde o registro, a disponibilização, a difusão e o compartilhamento de todo tipo de conhecimento até a expressão dos mais profundos sentimentos individuais.

Com a internet todo mundo tem presença e voz e, virtualmente, pode ir e ser visto em todas as partes do planeta.Basta ter à mão algum aparelho ligado à rede mundial de computadores. Desde então, palavras e imagens não têm mais fronteiras, chegam aos mais remotos lugares. Por isto, mais do que nunca, é preciso ter consciência e responsabilidade.

Para saber mais sobre este assunto, leia também: Selfie: este autorretrato pode mostrar  o que você não quer ver

 

  • Atualidades

Publicado em Atualidades , dia 20 de maio de 2015

Quem sabe mesmo, aprende até com os erros…

Por: Cooperforte

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O homem sonha em ser vitorioso e alcançar a perfeição e, sob este ponto de vista, todo erro é considerado uma falha imperdoável, que causa retrocesso e significa obstáculos e atrasos na trajetória do sucesso. Este pensamento é enfatizado desde cedo em vários modelos educacionais, sobretudo nos rígidos, focados mais no resultado do que no processo de aprendizado.

A sabedoria popular, generosa, reconhece que “errar é humano”, desde que a pessoa transforme o erro em uma oportunidade de aprendizado e aperfeiçoamento. Quantas vezes não foi corrigindo uma falha acidental que se adquiriu o conhecimento e a experiência necessários para ser bem sucedido em alguma situação futura? Mas, sem dúvida, o melhor é não errar…

A correção de um erro começa com o seu reconhecimento e análise de tudo o que o envolve, inclusive as consequências sobre si e sobre os outros. Ter consciência da falha cometida possibilita identificar as atitudes, condições e fatores que motivaram o equívoco e, assim, não só entender como tudo aconteceu mas também preparar-se para que no futuro, em situações semelhantes, se estará mais sábio para agir diferente.

Na opinião de psicólogos, a auto-obrigação de acertar sempre, que subjetivamente significa ser um eterno vencedor, gera tensão, ansiedade e angústia, principalmente diante de situações desafiadoramente desconhecidas. Ela “desumaniza” a pessoa em relação a fragilidades que são próprias da condição humana, criando nelas, como uma condecoração ou como uma condenação, a exigência de serem super heróis.

Mas como super heróis só existem no mundo da imaginação e da fantasia, quando elas caem encontram muito mais dificuldades para “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”. Então, pensando nisto, nunca é demais rever conceitos…

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Publicado em Atualidades , dia 18 de maio de 2015

Crowdlearning: todo mundo tem algo a ensinar e a aprender

Por: Cooperforte

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Quanto mais diversificado e plural, mais amplo e rico é o conhecimento. Do mesmo modo, quanto mais pessoas participam do processo de ensino-aprendizado, maior é o intercâmbio de experiências e de opiniões e, também, a variedade de pontos de vista, compreensões e saberes sobre o mesmo assunto. Isto significa o seguinte: todo mundo tem muita coisa a ensinar e a aprender.

A internet, com suas múltiplas funcionalidades, entre elas a formação de grupos e comunidades e o compartilhamento, facilita bastante a aprendizagem interativa e a construção de um conhecimento coletivo. É o crowdlearning, expressão inglesa que une as palavras crowd (multidão) e learning (aprendizado), muito utilizado para designar esta prática educativa. Há situações em que o crowdlearning se junta ao crowdfunding, que é o financiamento coletivo de alguma realização ou produto, no caso ligado à educação, informação, capacitação, qualificação ou atualização.

A iniciativa do crowdlearning na internet começa com a formação de um grupo ou de uma comunidade temática, destinada ao compartilhamento de informações e conhecimentos sobre assuntos específicos, com discussão e comentários de todos os membros – pessoas com conhecimentos, noções ou interesse sobre a questão. Como recurso para aprendizagem, juntamente com os textos, vídeos, citações e outros recursos digitais, o grupo pode convidar pessoas que dominam o assunto para palestras, bate papo, orientação, supervisão e outras formas de interação on-line.

Além do aprendizado, outra grande vantagem do crowdlearning é a realização do networking, ou seja, uma rede de contatos pessoais, acadêmicos e profissionais  especializada em assuntos de interesse do grupo.

Para saber mais sobre networking, clique e leia: Network: uma andorinha sozinha não faz verão.

 

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Publicado em Atualidades , dia 13 de maio de 2015

Privacidade é bom e todo mundo gosta!

Por: Cooperforte

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Na sociedade digital, comandada pela internet, ninguém sabe com certeza qual é o limite entre o que é público e o que é privado. Imagine uma foto em família, por exemplo, que  retrata uma situação de relativa intimidade. Ao ser publicada em rede sociais, é compartilhada com seus amigos e, a partir de então, pode ser difundida amplamente até grupos e pessoas que não se imagina, sem qualquer possibilidade de controle. Como diz o povo, “caiu na rede é peixe”!

Assim como muita gente não se preocupa com a exposição da imagem pessoal, outras ficam incomodadas ao pensar em até que ponto isto pode representar ameaça à sua privacidade. E, cautelosas, antes de mais nada, analisam com cuidado e sob todos os aspectos a imagem ou opinião que vão lançar aos quatro ventos. Inclusive sabendo que uma foto traz em si, implicitamente, muitas informações, como local, situação, personagens e outras.

Como a privacidade é um direito humano, hoje facilmente muito violável, este é um assunto que está sempre em pauta. Principalmente quando a imprensa noticia algum fato que envolve pessoas famosas. Como preservar a privacidade é um cuidado que interessa a todos, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil – cert.br lançou a Cartilha de Segurança para Internet.

Saiba o que ela recomenda sobre privacidade clicando aqui!

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Publicado em Atualidades , dia 6 de maio de 2015

Como surgiu o Dia das Mães?

Por: Cooperforte

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O Dia das Mães, assim como  outras datas comemorativas, é marcado pela troca de presentes e expressões de carinho e gratidão. Entretanto, a data instituída no Brasil em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas, possui uma história anterior, bem diferente da que hoje conhecemos.

Sua origem nos leva a 1850, nos Estados Unidos, quando Ann Reeves Jarvis, uma mulher de meia idade, fundou clubes de trabalho, que funcionavam nos denominados “dias das mães”. Nestes dias, eram as mães que iam ao trabalho, e não os homens, como era o padrão daquela época. A ideia era diminuir a mortalidade infantil e melhorar as condições sanitárias.

Estes mesmos grupos cuidavam de soldados feridos durante a Guerra de Secessão (1861-1865). Para manter as mães participantes sempre motivadas, Ann realizou uma programação recreativa que incluía piqueniques mas também incentivava as mães a se interessarem por política e cidadania.

Ann morreu em 1905, mas seu legado foi mantido e expandido pela sua filha, Anna Jarvis, que, além de manter o projeto cidadão de sua mãe, deu à data o caráter de homenagem. No Dia das Mães, os filhos prestariam homenagens de gratidão e reconhecimento às mães, pela dedicação e carinho que elas devotam à família.

Não tardou e o comércio viu, naquela data comemorativa, a oportunidade para aumentar suas vendas.  Assim, disseminou a ideia de que a melhor forma de expressar sentimentos era por meio de um presente, contrariando o que imaginara Anna, quando instituiu o dia de homenagens.

Afinal, amor e carinho valem mais do que qualquer presente!

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Publicado em Atualidades , dia 27 de abril de 2015

Há quase cem anos, Dia do Trabalho festeja lutas e conquistas

Por: Cooperforte

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Primeiro de maio é feriado mundial, quando a maioria dos países comemora o Dia do Trabalho ou Dia dos Trabalhadores. Um dia de folga em reconhecimento à contribuição que os trabalhadores prestam, por meio de seu esforço, para o bem-estar e para o desenvolvimento da sociedade.

Mas a história deste feriado não começa com comemoração. Pelo contrário, ele está ligado a várias manifestações que durante anos reivindicaram melhores condições de trabalho. A pioneira aconteceu em primeiro de maio de 1886, quando trabalhadores americanos de Chicago mobilizaram-se pela redução da jornada de trabalho para 8 horas. Isto resultou em uma greve geral nos Estados Unidos e em conflitos de trabalhadores com policiais que resultaram em muitas mortes.

Valorizando o movimento de Chicago, três anos depois, em 1889, os franceses escolheram primeiro de maio como seu “dia da manifestação anual pela jornada de trabalho de  8 horas”. Reprimida violentamente pela polícia, a manifestação de 1891 terminou com dez mortes.

Entretanto, os trabalhadores franceses continuaram se manifestando naquela data, até que, em 1919 – trinta e três anos depois dos confrontos de Chicago – o senado da França aprovasse em lei a jornada de trabalho de 8 horas. Na ocasião, o senado francês proclamou primeiro de maio o Dia Nacional dos Trabalhadores.

No Brasil, o Dia do Trabalho começou a ser comemorado na era Getúlio Vargas (1930-1945), com festas e desfiles. Aproveitando a data para aumentar sua popularidade, durante vários anos, o presidente da República anunciava, no dia primeiro de maio, o aumento do salário mínimo e outras conquistas trabalhistas. Como por exemplo a Consolidação das Leis de Trabalho-CLT, em 1943.

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Publicado em Atualidades , dia 23 de abril de 2015

Maio ainda é o mês das noivas?

Por: Cooperforte

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Tanto no hemisfério sul quanto no hemisfério norte, a primavera é uma estação muito festejada. Intermediando como um ponto de equilíbrio os extremos inverno e verão, traz um clima ameno e uma luminosidade agradável, além do perfume e do romantismo das flores. Por tudo isto, é a época em que, desde a Antiguidade, diferentes culturas celebram realizações socialmente importantes, como casamento e maternidade.

Esta é a explicação porquê maio, em alguns países localizados acima da Linha do Equador, é tradicionalmente conhecido como o “mês das noivas”. Há muito tempo este costume chegou ao Brasil e aqui o título, na prática e não oficialmente, é dividido com o mês de setembro, que são os preferidos para as solenidades de casamentos.

Sem dúvida, interesses comerciais, reforçados pelo marketing, induzem à opção dos ‘pombinhos apaixonados’  para se casarem nestes meses, mas nos últimos anos, curiosamente, um elemento financeiro de outra natureza está modificando esta realidade.

Estatísticas mostram que, preferido ou não, o mês de dezembro têm se mostrado o mais ‘casamenteiro’, posicionando-se à frente de maio e setembro, e uma das causas desta mudança é bastante simples: o décimo terceiro salário.

Cerimônia, festa, viagem, trajes, presentes. Como casamento envolve muitos gastos e altas despesas, tanto para os noivos e suas famílias quanto para os convidados, o reforço no orçamento, que representa o salário extra, e maior disponibilidade para viagens têm sido o suficiente para mudar esta velha tradição…
Fonte: Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE)