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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 6 de abril de 2015

O poder do pensamento positivo

Por: Cooperforte

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Superar as dificuldades e desafios é essencial para qualquer pessoa: pensar positivo é uma atitude que parece simples e pode trazer grandes frutos para sua vida pessoal e profissional. Não é tão fácil quanto parece, porém: é preciso treinar o cérebro a ter uma resposta positiva para as situações mais adversas.

“As pessoas tendem a ter inclinações cognitivas negativas, em direção aos seus fracassos”, afirma Matthew Della Porta, psicólogo e consultor organizacional. Ou seja, nossos cérebros “gostam” mais de informações negativas e as guardam com mais facilidade do que as positivas. Isso não é completamente ruim, porque reconhecer dificuldades e procurar superá-las é uma virtude. O problema é quando passamos do ponto, nos martirizando e pensando negativamente.

A empreendedora e especialista em psicologia Nadia Goodman lista três passos para pensar positivo:

1 – Expresse gratidão

Acontecimentos negativos crescem exponencialmente se você não os balancear conscientemente — é preciso pensar nos pontos positivos, ver que não são só trevas. Isso dá ao cérebro o tempo extra necessário para registrar e lembrar do acontecimento positivo.

Uma atitude simples é, uma vez por semana ou por dia, refletir sobre o que de bom vem acontecendo. Se necessário, escreva estes pontos positivos para lembrá-los com mais facilidade. A oportunidade de buscar uma carreira que você ama e o companheirismo da sua família são exemplos de pontos positivos. “Seja breve, senão a gratidão parece mundana”, diz Della Porta.

2 – Repita afirmações positivas

Quanto mais uma mensagem é ouvida, maior a chance de acreditarmos nela. O mesmo acontece com mensagens sobre quem é você e o que é capaz de fazer. Ao repetir afirmações positivas com convicção, o cérebro é treinado a acreditar nelas, e no decorrer do tempo, internalizá-las. “Posso lidar com qualquer coisa em meu caminho” e “Estou melhorando todos os dias” são exemplos de frases efetivas.

3 – Desafie pensamentos negativos

Nós escolhemos como responder todas as vezes que um pensamento negativo surge. O cérebro se fixa em acontecimentos negativos, transformando-os em problemas muito maiores e muito mais significativos do que realmente são. Para combater isso, imagine que o pensamento não é parte de você, mas sim algo que você pode desconstruir e observar à distância.

Desafie, então, os pensamentos negativos injustos. Por exemplo, se alguma iniciativa não deu certo, o pensamento “sou uma falha” é inverídico e desnecessário. Interprete o mesmo evento diferentemente: “eu trabalhei muito mas não deu certo. Estou desapontado, mas posso tentar novamente de maneiras diferentes”. Esta interpretação é muito mais perto da realidade e proativa, motivando a agir para se aperfeiçoar, ao invés de ficar parado.

Toda essa estratégia será difícil no começo, mas futuramente se tornará automática. É preciso prática, já que ninguém faz isso naturalmente.

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 2 de abril de 2015

O que pensa a juventude digital?

Por: Cooperforte

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Nação Hashtag (#). Este é o nome de uma pesquisa feita pela agência Havas Worldwide que buscou mostrar como pensam e vivem jovens entre 16 e 34 anos. Foram consultadas mais de 10 mil pessoas em 29 países.

O estudo mostrou as preferências e diferenças destes #jovens em comparação com a geração da década de 1960. Naquela época, o movimento de contracultura considerava importante se diferenciar e romper com os costumes: ser contra o status quo, vestindo roupas inusitadas, ouvindo músicas consideradas excêntricas vanguardistas e questionando atitudes esperadas até então.

Para o jovem Hashtag, porém, a atração pela rebelião perdeu espaço para o desejo de mexer, customizar, “hackear”, transformar, desconstruir sem destruir. É a geração dos “makers”, ou “fazedores”.

Marcada pelo autodidatismo despertado pela Internet, essa é a geração do “Faça Você Mesmo”, ou DIY (“Do It Yourself”). É possível aprender sozinho a fazer o que quiser, quando quiser – e os jovens aproveitam isso.

Outra diferença notada no estudo são as novas divisões e os novos agrupamentos nesta geração. Agora, os grupos são montados mais pelos interesses e pela forma de se comunicar do que pela faixa etária. Há, por exemplo, grupos de jovens com 25 anos que se juntam a outros, de 15 anos, apenas por um interesse em comum, como um filme ou um jogo específico de computador.

Usar das mesmas ferramentas tecnológicas também faz grande diferença na comunicação desta geração. Isso é relacionado com o novo costume de compartilhar informação. O ato de partilhar o que pensam ou sentem com conhecidos (e estranhos) é cada vez mais frequente, e faz com que os jovens se sintam empoderados.

A cultura pop continua sendo a referência para este grupo: 57% dele se interessa mais pelo que ocorre mundialmente do que pela cultura local. Consomem, então, mais marcas globais do que as nacionais e regionais, e a cultura norte-americana e seus ícones têm grande influência sobre esta geração. Para dialogar com este grupo é importante reconhecer o que ele valoriza e respeitar suas opiniões,incentivando o convívio pacífico com a diversidade das demais gerações, culturas e estilos de vida.

Referência: http://www.prosumer-report.com/blog/category/hashtag-nation/

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 30 de março de 2015

O poder das pequenas atitudes

Por: Cooperforte

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O bom humor e as pequenas gentilezas no dia a dia podem mudar e impactar a vida de muitas maneiras. De modo geral, pode parecer que nossos atos são isolados e que não afetam os outros. Mas, na realidade, tudo que fazemos tem reverberações.

O costume de agradecer e cumprimentar pessoas no dia a dia, por exemplo, pode adicionar à rotina o sentimento de vivermos em comunidade, de sermos iguais e importantes, diferentemente do individualismo que predomina o cotidiano. Por outro lado, a rudeza no trato com outros tem impacto negativo sobre eles, e também sobre quem é rude, trazendo mal estar.

Atitude é isso: a maneira que escolhemos para responder a desafios e situações de nossa vida – nossa postura. E diversos aspectos podem influenciar nossas atitudes. Problemas familiares ou no trabalho, noites mal dormidas, e mesmo a alimentação não saudável têm peso em nosso bem-estar e afetam nossas reações. Praticar o “ouvir e pensar antes de agir” pode contribuir para melhorar nossa vida e a vida daqueles que nos cercam.

É preciso lembrar que gentileza gera gentileza – e o oposto também. E ter em mente as palavras do escritor Ralph Waldo Emerson – “suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz”.

 

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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 23 de março de 2015

O que o ovo de chocolate tem a ver com a Páscoa?

Por: Cooperforte

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Além do religiosidade que cerca a data, para muitos a Páscoa é momento de se deliciar com chocolate – os desejados Ovos de Páscoa. Mas quando e de que modo a iguaria se tornou símbolo da Páscoa?

Na antiguidade, diversas culturas, da Europa ao Oriente, distribuíam ovos de aves decorados com desenhos de flores ou animais, ou coloridos por corantes naturais, para comemorar o fim do inverno e a chegada da primavera no Hemisfério Norte. A primavera era representada, entre muitos povos, pela deusa pagã Ostera: uma mulher que nas figuras mais comuns estava com um ovo nos braços e um coelho ao seu redor.

Muito tempo depois, no século 18, confeiteiros franceses à procura de formas diferenciadas para apresentar o chocolate, tiveram a ideia de moldá-lo no formato de ovo, tendo surgido, assim, o ovo de Páscoa de chocolate como conhecemos.

Seja para celebrar a ressurreição de Cristo, seja para comemorar a chegada da primavera ou curtir o sabor do chocolate, a Páscoa traz um momento de reflexão e a oportunidade de reunir a família, estreitar laços e  estar em paz.

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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 9 de março de 2015

Tempo de maturidade. Tempo de segurança e bem-estar

Por: Cooperforte

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Uma pesquisa divulgada no fim do ano passado revelou que, entre 96 países, o Brasil ocupava  a 58ª posição, junto àqueles que ofereciam melhor qualidade de vida para os idosos. Uma queda, pois há dois anos, em pesquisa semelhante do instituto Global AgeWatch, nosso país estava em 31a posição.

A maioria dos 1.000 idosos entrevistados declarou que as áreas onde se sentem mais prejudicados são o transporte público e  segurança, que desde a última pesquisa caiu de 51% para 28%.

Aualmente o número de idosos com mais de 60 anos representa 11,5% da população brasileira e a estimativa é que, em 2050, este percentual chegue a 29%. Por isto, esta questão precisa receber mais atenção da sociedade, pois as residências, os transportes, os serviços, a infra-estrutura,  os espaços públicos e até a nutrição precisarão estar adequados às necessidades das pessoas idosas.

Ativistas e representantes de alguns países já estão atentos para esta questão e buscam incluir os direitos dos idosos na convenção da ONU e na Agenda Pós 2015, que já possui metas estabelecidas para atender às necessidades dos mais vividos.

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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 6 de março de 2015

Mulheres Consumistas? Nada disso.

Por: Cooperforte

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Para muita gente, nem é preciso fazer pesquisa para saber se as mulheres são consumistas ou não. O senso comum associa gastos ao sexo feminino.  Mas será que isto é verdade? Com esta mesma dúvida, o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e o portal Meu Bolso Feliz realizaram uma pesquisa para tirar isso a limpo. O resultado? Este estereótipo não é nada mais do que um mito.

Três, de cada cinco entrevistadas, revelaram ter a vida financeira organizada e 62% delas dizem manter o controle financeiro. Já do lado masculino, 64% dos homens dizem ser organizados com as finanças, ou seja, uma diferença muito pequena.

Comentando sobre essa estatística, a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti disse: “Aquele clichê da mulher impulsiva diante das vitrines cai por terra diante desta pesquisa. A ponderação antes das compras é tão presente nas mulheres quanto nos homens.”

A pesquisa também revelou que não existe diferença entre os três primeiros sonhos de consumo de homens e mulheres. São eles, em ordem de preferência: viajar para o exterior, viajar pelo Brasil, comprar um carro. O problema é que, apesar de revelarem ser controladas financeiramente, apenas 18% das mulheres disseram ter realizado seus sonhos. Isso certamente ocorre porque 73% das entrevistadas afirmaram não fazer nenhum tipo de reserva para a realização desses desejos.

Ao que tudo indica, as mulheres estão muito bem encaminhadas financeiramente. Só falta ajustar o último detalhe do controle financeiro, ou seja, ´fazer uma reserva, uma poupança,um “pé de meia”. E uma ajuda para isto você encontra nesta matéria do canal de educação financeira da Cooperforte  Economia Dia a Dia:Reserva Financeira Uma Atitude Inteligente.

 

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Publicado em Atualidades , dia 4 de março de 2015

Na escola da vida, quanto mais se vive, mais se aprende. Sempre!

Por: Cooperforte

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“Quanto mais se vive, mais se aprende.” Este ditado popular é muito sábio, pois ensina que a experiência acumulada, transformada em conhecimento, é uma riqueza valiosa, muito útil em vários momentos da vida. E também que sempre é tempo de aprender.

Entretanto, quando o assunto é tecnologia, a questão não é tão simples. Como a todo instante surgem novidades, que substituem – às vezes radicalmente – o que era conhecido e consagrado, a todo instante as pessoas são desafiadas a rapidamente conhecerem e se adaptarem às novas versões, mais complexas e mais completas. Mas aos mais vividos esta realidade gera insegurança, sobretudo porque eles valorizam muito a continuidade e a estabilidade, que normalmente não são os combustíveis da inovação.

O desconforto das pessoas mais velhas diante de equipamentos mais avançados tem vários motivos, e um dos principais é o medo. Medo de desprogramar ou danificar o aparelho, medo de perder ou expor informações importantes, medo de vírus que roubam senhas, medo de golpes de pessoas mal intencionadas. É por medo que muita gente, por exemplo, sequer faz pagamentos ou consulta extratos pela internet.

Entretanto, com o aumento da expectativa de vida da população esta realidade está se transformando. Baseando-se no ditado que ensina “quanto mais se vive, mais se aprende”, muitos ‘idosos’ estão rompendo barreiras e fazendo coisas que antes não eram bem vistas naquela idade. Praticam esportes, participam de competições, aprendem idiomas, viajam, estudam, participam de projetos sociais e aprendem a lidar com a tecnologia. Isto mesmo. Até colocam a internet a serviço do seu aprendizado e lazer.

Por meio das redes sociais localizam velhos amigos, fazem novas amizades, aumentam virtualmente o círculo social e expandem seu conhecimento, mantendo o cérebro sempre ativo. Deste modo até afastam doenças como Alzheimer e depressão. Mas tudo isto é mais fácil quando eles podem contar com o apoio e o incentivo das pessoas mais próximas, como filhos e outros parentes.