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Publicado em Atualidades , dia 11 de fevereiro de 2015

Carnaval, da Grécia para o Brasil

Por: Cooperforte

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O Carnaval, que no Brasil encanta o mundo com os desfiles das escolas de samba e arrasta milhões de pessoas nos blocos de rua, nos trios elétricos, nos grupos de frevo e nas mais diversas manifestações locais, é mais velho do que Cristo. Isto mesmo.

Revirando a história, dizem que o primeiro “grito de Carnaval” foi dado na Grécia 520 anos antes de Cristo, numa festa em honra ao deus Dionísio, quando tudo o que se queria era beber vinho e saudar a primavera e a fertilidade. E também, principalmente e acima de tudo, se divertir. Os gregos gostaram tanto desta festa que a transformaram em um acontecimento anual.

Atravessando o mar, o Carnaval chegou até Roma e, já na era cristã, passou a ser festejado sempre nos últimos dias antes da quaresma, quando as pessoas extravasavam e faziam tudo o que, no período de penitência, a religião proibia. Com isto, o Carnaval tornou-se uma data oficial para os cristãos, sempre comemorada 47 dias antes da Páscoa.

De Roma, o Carnaval chegou a Portugal de lá, na forma do Entrudo – que era uma brincadeira espontânea e de deboche, comum na região de Açores e Cabo Verde – veio para o Brasil no século XVIII.  País tropical, aqui a folia encontrou solo fértil. Ganhou ritmos próprios, cores locais e animação, muita animação. E hoje é o que é…

Tanto que, entre vários apelidos, o Brasil tornou-se conhecido como “país do carnaval” e algumas músicas até garantem: “quem não gosta de samba, bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé”. E também que “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu!

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Publicado em Atualidades , dia 9 de fevereiro de 2015

No Carnaval este bloco não cai na folia

Por: Cooperforte

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O Brasil é conhecido  como  “o país do carnaval”, mas dizem ser surpreendente o número de brasileiros que não são súditos do Rei Momo. Segundo  pesquisa feita em 2013 pela Confederação Nacional de Transporte -CNT com o Instituto Sensus, 57% das 2 mil pessoas entrevistadas em 195 cidades declararam não entrar na folia nem gostar de carnaval.

Sem entrar no mérito desta porcentagem, sabe-se que é grande o número de brasileiros que prefere utilizar o período carnavalesco para fazer outras atividades, como pequenas viagens, camping, pescaria ou simplesmente descansar. Se este é o seu caso, mas você não quer deixar a cidade e também ainda não definiu uma programação para este que é um dos maiores feriados prolongados, veja abaixo algumas dicas. Quase sempre é possível conjugá-las, numa diversão de três dias.

 

Cinema – Neste período geralmente não há filas, assim como as sessões mais vazias permitem maior concentração e envolvimento com a estória projetada na tela. Às vezes ‘rolam’ até promoções, com ingressos a preços especiais.

Leitura - Maior tempo livre é um bom convite para colocar a leitura em dia, inclusive, quando for o caso, aprofundar-se nos estudos e adiantar pesquisas e tarefas. Maior será o prazer quanto maior for o interesse pelo assunto estudado.

Amizade anti-Momo - Todo mundo conhece alguém ou tem algum amigo que não gosta de carnaval. Que tal juntar-se a eles e, num bloco anti-momo, desenvolver alguma atividade social ou de lazer?

Gourmet - “Dirigir um fogão” colocando em prática os “dotes culinários” é sempre divertido e prazeroso, principalmente quando é junto de pessoas queridas. Fazendo isto, quando nada, se está fantasiando de mestre cuca.

Cultura alternativa – Muitas vezes, paralelamente à folia, em áreas distantes de onde se concentra o carnaval, acontecem programações alternativas de música, teatro e outras manifestações culturais. Quem fica de olho sempre descobre…

Mergulho no hobbie – Aproveitar o tempo livre para dedicar-se ao que mais gosta de fazer, seja pintura, artesanato, fotografia, desenho, música, literatura, além de aperfeiçoar a técnica, proporcionará muita satisfação e bem-estar.

 

  • Atualidades

Publicado em Atualidades , dia 4 de fevereiro de 2015

Gelada no carnaval? Só a cerveja…

Por: Cooperforte

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Carnaval é descontração, folia e alegria. Brincar à vontade, cair na farra, sair da rotina  e se divertir atrás de trios elétricos, em blocos animados, desfiles de escola de samba, bailes a céu aberto ou em salões. Este é o espírito que leva multidões às ruas, a clubes ou a praias em todo o país.

No carnaval, uma coisa que não tem graça, e por isto mesmo ninguém quer, é sair no bloco do “eu sozinho”. Nesta, que é a maior festa popular brasileira, os foliões se juntam em grandes grupos, independentemente se são pessoas conhecidas ou se estão se vendo pela primeira vez, com chance de não se encontrarem nunca mais.

Entretanto, mesmo que o reinado de Momo seja de paz e alegria, nunca se deve esquecer que, para estar em uma aglomeração e evitar aborrecimentos, convém não descuidar das questões de segurança. Afinal, o clima de liberalidade e o anonimato que são próprios da folia, somados a alguns excessos, podem criar situações que ninguém deseja.

Sabendo disto, para que no seu carnaval nada seja uma gelada a não ser a cerveja, não ‘marque bobeira’ e, para isso:

 

➨ Leve apenas o dinheiro que pretende gastar naquela saída, de preferência trocado no valor aproximado de cada despesa. Evite sair com cartão de crédito, não só para prevenir perdas mas também para manter o controle dos gastos. Vai que na empolgação…

➨ Guarde a carteira em local seguro, como por exemplo o bolso da frente e, sempre que retirá-la, certifique-se de que ela não caiu ao guardá-la de novo.

➨ Não descuide da situação ao seu redor. Assim você conseguirá livrar envolver-se gratuitamente em confusões.

➨ Não saia com nenhuma joia ou objeto de grande valor. Isto sempre está no alvo de pessoas mal-intencionadas

➨ Evite transitar por lugares ermos, desertos ou sombrios e, sempre que possível, procure andar e estar sempre com um grupo de amigos.

➨ Não se esqueça de ter consigo uma cópia da carteira de identidade, o endereço onde está hospedado e até o número telefônico de pessoas conhecidas.

➨ Fique atento às bebidas alcoolicas que ingere. Certifique-se de que não foram adulteradas e evite qualquer excesso que possa prejudicar sua atenção.

➨ Alimente-se adequadamente e cuide da hidratação, bebendo bastante líquido. Na rua, fique atento à aparência, à higiene e à qualidade dos alimentos que consome.

 

Quanto melhor estiverem sua saúde e sua segurança, melhor e mais divertido será o seu carnaval!

 

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Publicado em Atualidades , dia 26 de janeiro de 2015

Selfie: este autorretrato pode mostrar o que você não quer ver

Por: Cooperforte

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Na era digital,  quase todo mundo sabe que selfie é um  autorretrato eletrônico instantâneo, geralmente feito com um smartphone e imediatamente publicado nas redes sociais. Os selfies, de certo modo e objetivamente, além de seu propósito de compartilhamento, não têm outra finalidade senão autopromoção. Revela para  o mundo como, onde e com quem está (ou estava naquele momento) o autofotografado, por alguns psicólogos até considerado narcisista.

Hoje é muito fácil produzir e veicular um selfie e por isto estas imagens viraram uma febre na internet, principalmente entre os jovens. O tempo todo e em todo lugar há alguém se autofotografando, nas mais diversas e inesperadas situações. Em casa, na escola, no trabalho, na rua, nos aviões, nos parques, nos supermercados e até onde ninguém admite ou imagina…

Mas tanta liberdade de expressão e tamanha espontaneidade não podem ser confundidas com descompromisso. Afinal, o autorretrato muitas vezes mostra também fatos, cenas, ambientes, objetos, rótulos, placas e pessoas que estão em volta, ou ao fundo, de quem se fotografou. E isto muitas vezes acaba em confusão. Muita gente já se envolveu ou presenciou discussões, brigas e até demissão e processos judiciais por causa de selfies tirados em academias de ginástica, praias, clubes, piscinas, locais de trabalho, acidentes, funerais e ambientes afins. Isto porque, mesmo estando em locais públicos, todas as pessoas têm direitos sobre a própria imagem, inclusive de reclamar diante de publicações ou veiculações desautorizadas, em qualquer meio.

Sabendo disto, antes de tirar ou publicar um selfie, considere todos os elementos visuais que, além de você, estão e compõem a imagem. Pessoas, objetos, situações, logomarcas… Use o bom senso e procure certificar-se de que ele não é ofensivo a alguém nem pode levar a interpretações diferentes daquelas a que você se propõe e pode justificar. O mal uso do selfie é tão constante que já se criou até “guias de conduta” para este autorretrato digital. Para saber mais, clique aqui e veja. algumas matérias sobre estes manuais.

  • Atualidades

Publicado em Atualidades , dia 12 de janeiro de 2015

Sol, mar, verão. Isto é bom, mas requer proteção!

Por: Cooperforte

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País tropical. Céu azul, sol, mar, brisa, sal. Este é o sonho de muita gente quando chega o verão. Mas, para este sonho não se transformar em pesadelo, é preciso tomar alguns cuidados simples, mas muito importantes. Como por exemplo usar filtro solar.

Para dermatologistas esta medida, principalmente na faixa etária de  zero a vinte anos, é fundamental para prevenir câncer de pele. Mas quem já avançou esta idade não pode descuidar. Por isto, veja algumas dicas:

 

➨ Até 9 anos de idade é indicado filtro solar de fator de proteção igual ou superior a 30.

➨ A aplicação deve ser feita 30 minutos antes de se sair ao sol, pois este é o tempo necessário para a pele absorver o produto, e, depois, de 2 em 2 horas.

➨ O uso de filtro solar não dispensa a sombra de barracas e guarda-sóis, que chegam a absorver de 90 a 98% da radiação ultravioleta.

➨ No período das dez às dezesseis horas os raios ultravioleta são mais agressivos à pele.

➨ Mesmo em dias nublados deve-se usar protetor solar, pois até invisíveis os raios ultravioleta fazem tanto mal à pele quanto em dias ensolarados.

 

Veja abaixo o índice de incidência de câncer de pele em cada região do Brasil*:

Região do Brasil Incidência a cada 100 mil homens Incidência a cada 100 mil mulheres
Centro-Oeste 124 109
Sul 80 68
Sudeste 73 91
Nordeste 39 42
Norte 38 43

 

*Dados informados pelo INCA, Instituto Nacional do Câncer, referentes ao ano de 2012.

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Publicado em Atualidades , dia 5 de janeiro de 2015

Tatuagem & diabetes. Tudo a ver?

Por: Cooperforte

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“Com saúde não se brinca” é um conselho muito ouvido como recomendação de cuidados para preservar a saúde. Mas o que a tatuagem tem a ver com isto? Muita coisa!

Antigamente, por ser mais comum entre marinheiros e presidiários, a tatuagem  foi, durante muito tempo, estigmatizada e marginalizada. Não era coisa de gente de bem. Porém, nos últimos anos, virou moda em quase todo o mundo e entre pessoas das mais variadas idades, como elemento estético e de individualização. Recentemente, está até sendo sugerida para cumprir uma função relacionada à saúde: identificar pessoas portadoras de diabetes.

Com a marca identificadora estampada na própria pele, o diabético é logo reconhecido ao chegar a prontos socorros ou hospitais, o que é muito importante em casos de acidentes ou para tratamentos emergenciais. Principalmente naqueles em que há comprometimento do estado de consciência.

A importância desta providência, que começou por ação espontânea, está ganhado força no meio médico. Uma campanha recente, promovida pela Associação de Diabetes Juvenil – ADJ conta a história de vários diabéticos brasileiros que fizeram da tatuagem uma informação de saúde. Veja: Diabéticos usam tatuagens para identificação em caso de emergência

Entretanto, para que o processo de tatuagem não traga riscos à saúde, principalmente aos diabéticos, é importantes seguir alguns cuidados e orientações, que você pode conhecer clicando aqui.

 

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Publicado em Atualidades , dia 29 de dezembro de 2014

Preciso trocar o meu presente. E agora?

Por: Cooperforte

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No produto, no modelo, no tamanho, no gosto, na cor. Nem sempre é fácil escolher e acertar na compra do presente. Mas hoje isto não é mais problema, pois o Código de Defesa do Consumidor facilita a realização de trocas.

Cada loja pode ter sua política de trocas específica, mas nenhuma pode violar os direitos do consumidor, que por seu lado, para trocar o produto, também precisa cumprir as condições previstas e divulgadas pelas lojas. Se a troca for pedida em função da cor, tamanho ou modelo, ela não há obrigatória, mas considerada pelo Código de Defesa do Consumidor uma “gentileza comercial”. Neste caso, é preciso observar que a maioria das lojas põem dentro do pacote ou da roupa uma etiqueta de troca, onde geralmente consta  até quando o consumidor pode efetuá-la. No caso de produto com defeito, a substituição é obrigatória, por um artigo igual e em funcionamento.

Quando o problema é com produtos eletrônicos que não funcionam corretamente, o fornecedor tem até 30 dias, contados a partir da data da reclamação para solucionar o problema.

O prazo para solicitar troca é de até 30 dias, a contar da data de realização da compra, para produtos não-duráveis (se deterioram ao primeiro uso ou pouco tempo depois) e de até 90 dias, para produtos duráveis (de longa vida útil).

Compras feitas on-line, por catálogo ou telefone podem ser canceladas até 7 dias depois da confirmação do pedido, apesar do que cada loja eletrônica possui uma sistemática própria para trocas ou cancelamentos. Caso o produto apresente defeito ou qualquer tipo de problema após o prazo de troca, a solução deve ser buscada em uma assistência técnica autorizada.

Existem algumas exigências a serem observadas por quem vai trocar algo, principalmente roupas e calçados, e as mais comuns são:

. que o produto esteja limpo e não tenha sido usado

. que o produto esteja com a etiqueta de loja

. que o pedido de troca seja feito no prazo indicado na etiqueta

. que não tenha sofrido estragos após a compra

. em alguns casos apresentação da nota fiscal