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Publicado em Atualidades , dia 22 de dezembro de 2014

Desde antes da comemoração, xô ressaca!

Por: Cooperforte

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Comemorar o Natal e o Réveillon é uma das melhores coisas que se repetem todo final de ano. Entretanto é comum, no entusiasmo  das festas, se  cometer alguns exageros, entre eles na alimentação e no consumo de bebidas alcoólicas. E, nestes casos, o corpo sempre sofre e reclama, com sintomas como a ressaca.

O que é uma ressaca, suas causas e o mal-estar que ela provoca todo mundo sabe. A explicação científica costuma ser que, ao metabolizar o álcool, o fígado produz acetaldeído, que é uma  substância extremamente tóxica. O excesso nos drinks e bebidas faz com que a produção desta substância seja superior à capacidade do corpo de produzir outras enzimas (aldeído-desidrogenase e glutationa), que neutralizam a toxina responsável pelas dores de cabeça e náuseas.

O que se deve fazer para evitar estes incômodos todo mundo também sabe, mas nem por isto não vale a pena lembrar os cuidados e as três medidas abaixo, muito úteis para se evitar (ou suavizar) os males da ressaca:

  • Manter-se sempre hidratado, bebendo água entre as doses de bebidas alcóolicas. Aumentar a hidratação no dia seguinte, para facilitar eliminação das toxinas e, neste caso, chás, água de coco e sucos naturais são ótimas pedidas

 

  • Durante a festa, atentar-se para o volume que está sendo ingerido, controlando o número e espaço de tempo entre as doses

 

  • Alimentar-se corretamente antes de começar a beber e também no dia seguinte, no primeiro caso para “forrar o estômago” e no segundo para evitar sobrecargas no processo digestivo
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Publicado em Atualidades , dia 18 de dezembro de 2014

Caminho livre para a alegria

Por: Cooperforte

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Viajar é, na maioria das vezes, motivo de alegria para motoristas e passageiros. Aproveitar a paisagem, relaxar e pensar no que vai fazer quando chegar ao destino ajudam a tornar agradáveis até os mais longos percursos. Porém, para que esta diversão não termine em acidente, o motorista deve estar sempre atento à estrada e às placas de sinalização das rodovias.

Sobre isto, as estatísticas mostram uma realidade preocupante. Em 2013, por exemplo, foram registrados 186.474 acidentes nas estradas brasileiras, levando à morte 8.415 pessoas. O período das festas, de 20 de dezembro de 2013 a 1º de janeiro de 2014, foi o mais crítico: 6.551 acidentes e 379 óbitos.

Para dirigir com segurança, alguns cuidados são fundamentais, como por exemplo levar o carro para revisão antes de pegar a estrada. Além disto, informar-se sobre as condições das estradas e ficar especialmente atento para situações de risco. Veja aqui o que ensinam alguns motoristas experientes:

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 11 de dezembro de 2014

Direitos Humanos são para todos

Por: Cooperforte

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Em 10 de dezembro de 1948, foi proclamada em Paris, na  Assembleia Geral das Nações Unidas, a  Declaração Universal dos Direitos Humanos. Elaborado por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais de todas as regiões do mundo, o texto é “uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações”, em relação a questões como dignidade, liberdade e igualdade.

Apesar das diretrizes terem servido de base para outros acordos e convenções internacionais, firmados nos anos seguintes, mesmo 66 anos depois de proclamada a Declaração, ainda existem, pelo mundo, situações em que os direitos humanos são desrespeitados e violados. Isto prova que a humanidade ainda precisa evoluir bastante para se tornar uma civilização em que todas as nações e povos sejam respeitados e tenham seus direitos garantidos em plenitude.

Individualmente as pessoas podem contribuir muito neste processo. No dia a dia, sendo éticas, respeitando as leis, normas e convenções, praticando e promovendo a igualdade, a solidariedade, a cordialidade, a gentileza e outras atitudes e comportamentos que, mesmo parecendo pequenos e simples, possuem grande efeito na comunidade, na sociedade e até no país e no mundo.

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Publicado em Atualidades , dia 1 de dezembro de 2014

Sinal vermelho para a AIDS

Por: Cooperforte

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Com o objetivo de alertar a sociedade para a importância da prevenção contra a AIDS, em 1988, a Organização das Nações Unidas definiu dezembro como mês oficial de combate à doença, que mata milhões de pessoas de todas as faixas etárias em todo o mundo.

Surgiu assim o movimento  Dezembro Vermelho, que tem como símbolo universal o laço de fita vermelha, que as pessoas usam nas roupas como um broche, para demonstrar apoio e compromisso com esta causa tão importante para a saúde mundial. Neste mês, anualmente, as organizações públicas e privadas intensificam ações para informar e sensibilizar o maior número possível de pessoas, com campanhas de conscientização que informam sobre prevenção, contágio, tratamento, mitos e preconceitos que envolvem os soropositivos, como são conhecidas as pessoas portadoras do vírus HIV.

A criação do laço vermelho como símbolo da prevenção e combate à AIDS foi feita por um grupo de artistas americanos, como homenagem aos amigos que morreram vitimados pela doença. Esta experiência de sensibilização foi tão bem sucedida que  inspirou outras campanhas de saúde, dando origem ao Outubro Rosa (câncer de mama / laço rosa) e Novembro Azul (câncer de próstata / laço azul).

Conheça, aqui, o vídeo da campanha contra a AIDS 2014

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Publicado em Atualidades , dia

Um brinde contra o alcoolismo

Por: Cooperforte

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Fim de ano é tempo de brindar. Natal e Réveillon são momentos para confraternizar o amor, a família e a união. São momentos de descontração, em que a maioria costuma extravasar, beber, mas, algumas vezes, isto acaba passando da conta.

Diante do contexto acima, muitos se esquecem de que, por serem tão marcantes, esses instantes de felicidade são eternos na mente de crianças e jovens, e acabam sendo um exemplo de felicidade em suas memórias. Mesmo que sem intenção, adultos que cometem esses de exageros, acabam por incentivar implicitamente os menores a ingerirem bebidas alcoólicas. Os filhos são o reflexo dos pais.

Outro fator que acaba sendo decisivo para as crianças e jovens é o momento do brinde, quando muitos familiares incentivam os jovens a brindarem com champagne, somente para celebrar o momento. Segundo estudo realizado pelo instituto americano International Center for Alcohol Policies (ICAP), 46% dos jovens consumiram álcool pela primeira vez em casa, sendo que geralmente o contato acontece aos 13 anos de idade. Isso não é necessariamente um erro, mas deve ser ponderado e acompanhado de conselhos e exemplos por parte dos adultos.

É importante que as famílias tenham cuidado com este tema e que os momentos de celebração do final de ano sejam um brinde à vida e à prosperidade de nossos jovens e crianças.

 

Fonte pesquisa:http://www.cartacapital.com.br/sociedade/quase-metade-dos-jovens-descobre-a-bebida-alcoolica-dentro-de-casa-6557.html

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Publicado em Atualidades , dia 24 de novembro de 2014

É possível viajar, sem gastar nem sair do lugar?

Por: Cooperforte

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Fim de ano chegando, chega também o desejo de aproveitar as férias ou o recesso de Natal e Ano Novo para curtir um pedaço do verão nas praias do nosso litoral. Algumas famílias, inclusive, se prepararam durante meses para realizar, nesta época, o sonho de fazer um cruzeiro turístico pela costa brasileira.

Sem dúvida, a ocasião é muito convidativa para um programa deste tipo: desde o clima até a programação cultural e de lazer, preparada especialmente para agradar turistas que vão de longe para as localidades mais procuradas.

Mas pensando bem, inclusive no bolso e nas despesas do ano que vai começar, esta é a melhor época para se fazer uma viagem econômica? Afinal, o momento é de alta temporada, quando a grande procura induz ao aumento dos preços das passagens e de serviços como hospedagem, alimentação, passeios, souvenirs entre outros.

Além do mais, quanto mais badalado for o destino, mais ele será procurado e, dependendo da estrutura local, isto pode tirar o encanto de muita coisa. Como por exemplo transformar em uma exaustiva maratona, com fila e tudo, o que seria bastante simples, tipo comer uma porção de peixe frito, acompanhado de uma boa caipirinha, uma cerveja gelada ou água de coco, na sombra de um quiosque. Ou ter que disputar espaço na areia de uma praia que, deserta, seria paradisíaca.

Sendo assim, aproveitar o recesso na própria cidade, ou optar por aquelas que não são destino turístico de verão, pode ser uma boa alternativa. Com menos trânsito nas ruas, os deslocamentos urbanos ficam bem mais fáceis, como também o acesso a parques e a  atividades culturais que em outras épocas, de tão procuradas, até nos desanimam.

E nestes dias de folga, além de descansar, visitar os amigos e passear com a família, reservar um bom tempo para planejar a viagem de férias. Que será melhor ainda, e também mais econômica, quando for feita em período de baixa temporada…

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Publicado em Atualidades , dia 13 de novembro de 2014

Alfabetização além das letras

Por: Cooperforte

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Para a educação infantil, tão importante quanto a alfabetização gramatical é a alfabetização numérica. Entretanto, não basta apenas conhecer os algarismos e suas junções, formando dezenas, centenas e milhares. Desde cedo as crianças precisam ser apresentadas a conceitos como quantidade, valor e até mesmo finanças, pois isto será muito útil para aprenderem o que é economizar e como manter equilibrado um orçamento.

Muitos adultos se encantam ao ver crianças pequenas contando até 10 ou 100, mas não se preocupam se elas têm noção do que os números representam. Sem este conhecimento as crianças estão, simplesmente, repetindo o que decoraram. Ocsana Danyluk, autora do livro Alfabetização matemática: as primeiras manifestações da escrita infantil, explica que “o simples fato de repetir uma sequência numérica não quer dizer que a criança saiba quanto vale cada número e sua relação com os demais. Por isto é tão importante que, além do nome do algarismo ou do número, ela saiba também a quantidade que os números informam.

Nem todas as crianças têm facilidade ou gosto por aprender matemática, mas isto pode ser incentivado tanto  pela didática escolar adequada quanto pelo estímulo que ela receber da família. Especialistas recomendam que o ensino dos números e suas relações comece na faixa etária entre 4 e 5 anos, para que o conhecimento seja construído gradativamente.

Sobre a questão didático-pedagógica, Katia Stocco Smole, doutora em educação pela USP e coordenadora do Mathema (grupo de pesquisa do ensino de matemática), alerta que  “é preciso trabalhar a seriação a partir de calendários, como a simples atividade de ver que dia é hoje, quando é o aniversário dos coleguinhas, bem como utilizar jogos e brincadeiras para a solução de pequenos problemas”.

Dar valor aos números, atribuindo noção de quantidade, é o primeiro passo para a educação financeira e isso deve começar antes mesmo da idade escolar .