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Publicado em Atualidades , dia 27 de abril de 2015

Há quase cem anos, Dia do Trabalho festeja lutas e conquistas

Por: Cooperforte

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Primeiro de maio é feriado mundial, quando a maioria dos países comemora o Dia do Trabalho ou Dia dos Trabalhadores. Um dia de folga em reconhecimento à contribuição que os trabalhadores prestam, por meio de seu esforço, para o bem-estar e para o desenvolvimento da sociedade.

Mas a história deste feriado não começa com comemoração. Pelo contrário, ele está ligado a várias manifestações que durante anos reivindicaram melhores condições de trabalho. A pioneira aconteceu em primeiro de maio de 1886, quando trabalhadores americanos de Chicago mobilizaram-se pela redução da jornada de trabalho para 8 horas. Isto resultou em uma greve geral nos Estados Unidos e em conflitos de trabalhadores com policiais que resultaram em muitas mortes.

Valorizando o movimento de Chicago, três anos depois, em 1889, os franceses escolheram primeiro de maio como seu “dia da manifestação anual pela jornada de trabalho de  8 horas”. Reprimida violentamente pela polícia, a manifestação de 1891 terminou com dez mortes.

Entretanto, os trabalhadores franceses continuaram se manifestando naquela data, até que, em 1919 – trinta e três anos depois dos confrontos de Chicago – o senado da França aprovasse em lei a jornada de trabalho de 8 horas. Na ocasião, o senado francês proclamou primeiro de maio o Dia Nacional dos Trabalhadores.

No Brasil, o Dia do Trabalho começou a ser comemorado na era Getúlio Vargas (1930-1945), com festas e desfiles. Aproveitando a data para aumentar sua popularidade, durante vários anos, o presidente da República anunciava, no dia primeiro de maio, o aumento do salário mínimo e outras conquistas trabalhistas. Como por exemplo a Consolidação das Leis de Trabalho-CLT, em 1943.

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Publicado em Atualidades , dia 23 de abril de 2015

Maio ainda é o mês das noivas?

Por: Cooperforte

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Tanto no hemisfério sul quanto no hemisfério norte, a primavera é uma estação muito festejada. Intermediando como um ponto de equilíbrio os extremos inverno e verão, traz um clima ameno e uma luminosidade agradável, além do perfume e do romantismo das flores. Por tudo isto, é a época em que, desde a Antiguidade, diferentes culturas celebram realizações socialmente importantes, como casamento e maternidade.

Esta é a explicação porquê maio, em alguns países localizados acima da Linha do Equador, é tradicionalmente conhecido como o “mês das noivas”. Há muito tempo este costume chegou ao Brasil e aqui o título, na prática e não oficialmente, é dividido com o mês de setembro, que são os preferidos para as solenidades de casamentos.

Sem dúvida, interesses comerciais, reforçados pelo marketing, induzem à opção dos ‘pombinhos apaixonados’  para se casarem nestes meses, mas nos últimos anos, curiosamente, um elemento financeiro de outra natureza está modificando esta realidade.

Estatísticas mostram que, preferido ou não, o mês de dezembro têm se mostrado o mais ‘casamenteiro’, posicionando-se à frente de maio e setembro, e uma das causas desta mudança é bastante simples: o décimo terceiro salário.

Cerimônia, festa, viagem, trajes, presentes. Como casamento envolve muitos gastos e altas despesas, tanto para os noivos e suas famílias quanto para os convidados, o reforço no orçamento, que representa o salário extra, e maior disponibilidade para viagens têm sido o suficiente para mudar esta velha tradição…
Fonte: Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE)

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Publicado em Novidades , dia 20 de abril de 2015

23 de abril – Dia de São Jorge, o santo que não anda a pé

Por: Cooperforte

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Um valente guerreiro, montado sobre um cavalo branco, enfrentando um dragão feroz, para defender uma jovem delicada. Esta é a representação de São Jorge – um personagem que faz parte da vida e está presente no dia a dia de muitos brasileiros. Independentemente dos aspectos míticos ou religiosos de crença e fé, o guerreiro capadócio simboliza sentimentos audazes e nobres, como por exemplo determinação, firmeza e coragem.

São Jorge chegou ao Brasil trazido pelos portugueses no século XVIII e nas cidades coloniais mineiras era figura obrigatória e de destaque nas procissões de Corpus Christi. Nestas ocasiões, por exemplo, antes de serem esculpidas imagens de madeira, era representado por um cidadão local, vestido a caráter com capacete, escudo e lança, montado sobre um cavalo branco.

Das procissões, São Jorge conquistou a simpatia do povo. Tanto que ganhou as ruas e ainda hoje pode ser visto em muitas casas e bares,  em estampas e imagens, algumas vezes até enfeitadas e iluminadas com pequena luz vermelha. E que seu dia, 23 de abril, é feriado estadual no Rio de Janeiro.

O santo guerreiro, que começou a ser cultuado no século V em Constantinopla, na Turquia, tornou-se tão popular que é  padroeiro não só da Inglaterra e Portugal, mas  também do Corínthians, e  foi adotado até como protagonista de um consagrado ditado popular. Quem nunca ouviu alguém comentar que “enquanto houver cavalo, São Jorge não anda a pé”?

E por falar nisto, que tal curtir “Jorge da Capadócia, na voz de quatro outros Jorges: Ben Jor, Vercilo, Aragão e Mautner?

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Publicado em Novidades , dia 15 de abril de 2015

Além de diversão e lazer, para que servem os feriados?

Por: Cooperforte

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De feriado, todo mundo gosta. Se o feriado for em uma segunda ou sexta-feira, melhor ainda, pois com um fim de semana “de três dias” possibilita muito lazer e diversão.

Nem todos sabem, mas os feriados e as datas comemorativas existem desde a antiguidade. Com eles, as comunidades e os povos acompanhavam a passagem do tempo e dos anos, marcando o calendário com celebrações que relembravam e eternizavam fatos importantes para a história daquela sociedade. De modo geral, esta função permanece até hoje, em muitos casos, alterando a rotina com eventos coletivos.

No quesito feriado, o Brasil aparece em sétimo lugar entre todos os países do mundo. Aqui, anualmente 12 dias são dedicados nacionalmente a comemorar datas cívicas, históricas, sociais, culturais ou religiosas, o que corresponde a quase meio mês, ou seja, é como se o ano tivesse apenas 11,5 meses. Considerando também os feriados locais, o ano fica menor ainda…

Entretanto, apesar de seus efeitos na economia – tanto na produção quanto, de algum modo, no comércio -, os feriados são muito importantes sobretudo para a consolidação  do sentimento nativista e para o fortalecimento da identidade nacional, que são “bens patrióticos” de grande valor.

 

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Publicado em Atualidades, Novidades , dia 6 de abril de 2015

O poder do pensamento positivo

Por: Cooperforte

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Superar as dificuldades e desafios é essencial para qualquer pessoa: pensar positivo é uma atitude que parece simples e pode trazer grandes frutos para sua vida pessoal e profissional. Não é tão fácil quanto parece, porém: é preciso treinar o cérebro a ter uma resposta positiva para as situações mais adversas.

“As pessoas tendem a ter inclinações cognitivas negativas, em direção aos seus fracassos”, afirma Matthew Della Porta, psicólogo e consultor organizacional. Ou seja, nossos cérebros “gostam” mais de informações negativas e as guardam com mais facilidade do que as positivas. Isso não é completamente ruim, porque reconhecer dificuldades e procurar superá-las é uma virtude. O problema é quando passamos do ponto, nos martirizando e pensando negativamente.

A empreendedora e especialista em psicologia Nadia Goodman lista três passos para pensar positivo:

1 – Expresse gratidão

Acontecimentos negativos crescem exponencialmente se você não os balancear conscientemente — é preciso pensar nos pontos positivos, ver que não são só trevas. Isso dá ao cérebro o tempo extra necessário para registrar e lembrar do acontecimento positivo.

Uma atitude simples é, uma vez por semana ou por dia, refletir sobre o que de bom vem acontecendo. Se necessário, escreva estes pontos positivos para lembrá-los com mais facilidade. A oportunidade de buscar uma carreira que você ama e o companheirismo da sua família são exemplos de pontos positivos. “Seja breve, senão a gratidão parece mundana”, diz Della Porta.

2 – Repita afirmações positivas

Quanto mais uma mensagem é ouvida, maior a chance de acreditarmos nela. O mesmo acontece com mensagens sobre quem é você e o que é capaz de fazer. Ao repetir afirmações positivas com convicção, o cérebro é treinado a acreditar nelas, e no decorrer do tempo, internalizá-las. “Posso lidar com qualquer coisa em meu caminho” e “Estou melhorando todos os dias” são exemplos de frases efetivas.

3 – Desafie pensamentos negativos

Nós escolhemos como responder todas as vezes que um pensamento negativo surge. O cérebro se fixa em acontecimentos negativos, transformando-os em problemas muito maiores e muito mais significativos do que realmente são. Para combater isso, imagine que o pensamento não é parte de você, mas sim algo que você pode desconstruir e observar à distância.

Desafie, então, os pensamentos negativos injustos. Por exemplo, se alguma iniciativa não deu certo, o pensamento “sou uma falha” é inverídico e desnecessário. Interprete o mesmo evento diferentemente: “eu trabalhei muito mas não deu certo. Estou desapontado, mas posso tentar novamente de maneiras diferentes”. Esta interpretação é muito mais perto da realidade e proativa, motivando a agir para se aperfeiçoar, ao invés de ficar parado.

Toda essa estratégia será difícil no começo, mas futuramente se tornará automática. É preciso prática, já que ninguém faz isso naturalmente.

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 2 de abril de 2015

O que pensa a juventude digital?

Por: Cooperforte

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Nação Hashtag (#). Este é o nome de uma pesquisa feita pela agência Havas Worldwide que buscou mostrar como pensam e vivem jovens entre 16 e 34 anos. Foram consultadas mais de 10 mil pessoas em 29 países.

O estudo mostrou as preferências e diferenças destes #jovens em comparação com a geração da década de 1960. Naquela época, o movimento de contracultura considerava importante se diferenciar e romper com os costumes: ser contra o status quo, vestindo roupas inusitadas, ouvindo músicas consideradas excêntricas vanguardistas e questionando atitudes esperadas até então.

Para o jovem Hashtag, porém, a atração pela rebelião perdeu espaço para o desejo de mexer, customizar, “hackear”, transformar, desconstruir sem destruir. É a geração dos “makers”, ou “fazedores”.

Marcada pelo autodidatismo despertado pela Internet, essa é a geração do “Faça Você Mesmo”, ou DIY (“Do It Yourself”). É possível aprender sozinho a fazer o que quiser, quando quiser – e os jovens aproveitam isso.

Outra diferença notada no estudo são as novas divisões e os novos agrupamentos nesta geração. Agora, os grupos são montados mais pelos interesses e pela forma de se comunicar do que pela faixa etária. Há, por exemplo, grupos de jovens com 25 anos que se juntam a outros, de 15 anos, apenas por um interesse em comum, como um filme ou um jogo específico de computador.

Usar das mesmas ferramentas tecnológicas também faz grande diferença na comunicação desta geração. Isso é relacionado com o novo costume de compartilhar informação. O ato de partilhar o que pensam ou sentem com conhecidos (e estranhos) é cada vez mais frequente, e faz com que os jovens se sintam empoderados.

A cultura pop continua sendo a referência para este grupo: 57% dele se interessa mais pelo que ocorre mundialmente do que pela cultura local. Consomem, então, mais marcas globais do que as nacionais e regionais, e a cultura norte-americana e seus ícones têm grande influência sobre esta geração. Para dialogar com este grupo é importante reconhecer o que ele valoriza e respeitar suas opiniões,incentivando o convívio pacífico com a diversidade das demais gerações, culturas e estilos de vida.

Referência: http://www.prosumer-report.com/blog/category/hashtag-nation/

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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 30 de março de 2015

O poder das pequenas atitudes

Por: Cooperforte

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O bom humor e as pequenas gentilezas no dia a dia podem mudar e impactar a vida de muitas maneiras. De modo geral, pode parecer que nossos atos são isolados e que não afetam os outros. Mas, na realidade, tudo que fazemos tem reverberações.

O costume de agradecer e cumprimentar pessoas no dia a dia, por exemplo, pode adicionar à rotina o sentimento de vivermos em comunidade, de sermos iguais e importantes, diferentemente do individualismo que predomina o cotidiano. Por outro lado, a rudeza no trato com outros tem impacto negativo sobre eles, e também sobre quem é rude, trazendo mal estar.

Atitude é isso: a maneira que escolhemos para responder a desafios e situações de nossa vida – nossa postura. E diversos aspectos podem influenciar nossas atitudes. Problemas familiares ou no trabalho, noites mal dormidas, e mesmo a alimentação não saudável têm peso em nosso bem-estar e afetam nossas reações. Praticar o “ouvir e pensar antes de agir” pode contribuir para melhorar nossa vida e a vida daqueles que nos cercam.

É preciso lembrar que gentileza gera gentileza – e o oposto também. E ter em mente as palavras do escritor Ralph Waldo Emerson – “suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz”.