BLOG COOPERFORTE
  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 2 de setembro de 2014

Brasileiros pela natureza, contra o aquecimento global

Por: Cooperforte

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Pouco se fala sobre isto, mas frequentemente cientistas brasileiros encontram alternativas inovadoras para diminuir os impactos e prejuízos que a ação humana provoca no meio ambiente.  Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, por exemplo, criaram um pó capaz de capturar o gás carbônico (CO2) da atmosfera. O produto, semelhante a talco, absorve o dióxido de carbono livre no ar, gerando um produto que pode ter uso industrial ou ser misturado ao cimento e ao concreto, na construção civil.

Apesar de essencial à vida no planeta, o CO² é um dos gases que, lançados em excesso na atmosfera, causam o efeito estufa. A queima de combustíveis fósseis, principalmente por indústrias e veículos, além dos desmatamentos e queimadas, são os principais emissores de carbono. Segundo a enciclopédia eletrônica Wikipedia, recente relatório do IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas) atribui ao aumento dos gases do efeito estufa a principal causa do aquecimento global nos últimos 50 anos.

Segundo a química Heloise Pastore, coordenadora do Grupo de Peneiras Moleculares Micro e Mesoporosas (GPM3) da Unicamp e uma das criadoras do composto, o pó gera calor durante o processo de captura do CO², o que facilita o reaproveitamento e a reciclagem do gás carbônico. Esta tecnologia é barata e pode ser produzida em grande escala.

E por falar nisto, que tal saber um pouco mais sobre aquecimento global e também o que você pode fazer no seu dia a dia para diminuir a “pegada de carbono”?

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 22 de agosto de 2014

Lixo eletrônico: Um problema com solução

Por: Cooperforte

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Entrou em vigor, no começo deste mês, a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Prevista na  lei n° 12.305/10, ela traça diretrizes para o enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos resultantes do manejo inadequado de todo tipo de lixo. Além da eliminação dos lixões e de outras medidas públicas em níveis estaduais e municipais, também institui a responsabilidade compartilhada de todos que geram resíduos: fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e dos próprios cidadãos.

Um dos tipos de lixo constantemente gerados pelos cidadãos é o eletrônico, ou seja, aquele composto por pilhas, baterias, cartuchos de tinta, TVs, celulares, computadores e eletrônicos em geral, estragados, esgotados ou simplesmente fora de uso. Quando descartados inadequadamente e chegam ao meio ambiente, suas substâncias químicas contaminam o solo e a água. Além disso, o descarte incorreto deixa no ambiente grande quantidade de plástico, vidro e metais, materiais que demoram muitas décadas para se decompor.

Você, certamente, já jogou fora vários equipamentos e, ao longo da vida, ainda vai fazer isto muitas vezes. Para contribuir com o meio ambiente e para o bem-estar de todo o planeta, da próxima vez que for descartar algum produto eletrônico obsoleto mas ainda em condições de uso, que tal encaminhá-lo a entidades que possam consertá-lo e usá-lo em programas sociais?

Se já não pode mais ser consertado, e o lixo é o único destino, entregue-o nos locais específicos para recolhimento deste tipo de material, geralmente instalados em shoppings e supermercados.  A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que, na logística reversa, fabricantes e comerciantes recebam de volta, para destinação adequada, embalagens e equipamentos que colocaram no mercado e agora estão fora de uso.

Para saber mais sobre esta importante política de sustentabilidade, acesse: http://www.mma.gov.br/pol%C3%ADtica-de-res%C3%ADduos-s%C3%B3lidos . http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/noticia/2012/01/o-que-e-o-plano-nacional-de-residuos-solidos.html

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 7 de julho de 2014

Um jeito verde de ser

Por: Cooperforte

A consultoria Cleantech, empresa americana especializada em tecnologia limpa, e o grupo ambientalista WWF avaliaram e classificaram os países com o maior potencial de produzir um futuro limpo e gerar negócios sustentáveis a partir de soluções verdes.

Em primeiro lugar ficou Israel, que encontrou na sua falta de recursos hídricos uma forma alternativa de produzir energia, resultando em 90% das residências mantidas por meio de energia solar.

Em segundo lugar ficou a Finlândia, que uniu a crise do desemprego com a sua falta de recursos ligados a combustíveis fósseis para incentivar o desenvolvimento de atividades sustentáveis, empregando mais de 40.000 pessoas e contribuindo com a preservação dos recursos naturais do país.

A Suécia também se destacou pela tradição no desenvolvimento de soluções ambientais, presentes em vários setores, da construção civil à reciclagem do lixo. Além disso, o governo sueco investe em pesquisas e no desenvolvimento de tecnologias limpas, o que serve como incentivo para a produção de todos os setores.

Esses países são a prova de que, a partir de um problema, é possível encontrar alternativas para resolvê-lo e impulsionar a revolução sustentável no século XXI. Para que esta seja também uma realidade brasileira, é importante que, além das ações governamentais, os brasileiros adotem hábitos sustentáveis no seu dia a dia. Tenham novo comportamento em relação ao consumo e consciência do impacto que as nossas atitudes provocam no meio ambiente.

O segredo para construir um futuro verde é começar pelo presente e “botar fé no trabalho de formiguinha”.

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 2 de julho de 2014

Atitudes verdes que mudam o mundo

Por: Cooperforte

Recentemente, o Environmental Performance Index (EPI) divulgou um ranking dos países mais sustentáveis do mundo, elaborado com base em diversos critérios, como: saúde ambiental, poluição do ar, preservação dos  recursos naturais, florestas, energia e clima.

De 178 países analisados, o Brasil ficou com a 77º posição, com apenas 52,97 pontos de 100, atrás da África do Sul (53,51), Rússia (53,45) e República Dominicana (53,24).

A qualidade da água e preservação de florestas obtiveram pontuações bem baixas (10,80), mostrando que o Brasil é um dos países que menos se preocupa em cuidar desses aspectos naturais.

Para que a mudança desse cenário aconteça, é preciso que ela comece de dentro pra fora. No escritório, por exemplo, é possível utilizar a tecnologia em favor do meio ambiente, substituindo documentos impressos por e-mails ou arquivos que possam ser visualizados em tablets, notebooks e smartphones.

Desligar algumas luzes e abrir as janelas do seu ambiente de trabalho também é uma alternativa para poupar os recursos naturais e ainda contribuir para a circulação do ar, evitando doenças comuns da estação, como a gripe.

O ar condicionado também pode ser desligado em alguns períodos do dia, pois se as janelas ficarem abertas, o clima frio reduz a temperatura do ambiente.

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 5 de junho de 2014

Por que eletrodomésticos e eletroeletrônicos duram tão pouco?

Por: Cooperforte

Economia e meio ambiente. No mundo de atual, esta relação não é nada harmônica. Pelo contrário, o crescimento econômico tem custado caro à natureza e ao próprio ser humano. Você já percebeu que os produtos, principalmente os eletrodomésticos e eletroeletrônicos, estão cada vez mais baratos, mas também duram cada vez menos e são cada vez mais descartáveis? Longe de ser mero acaso, trata-se de uma estratégia da indústria para forçar o consumo e, consequentemente, garantir mercado para sua produção. Isto é o que se chama obsolescência programada.

Um dos artigos que melhor representam o mundo de hoje, o telefone celular é um ótimo exemplo de artigo que é alvo da obsolescência programada. Segundo recente pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC, 54% dos entrevistados trocam seus celulares de 3 em 3 anos, substituindo-os por versões mais avançadas.

Aliás, quem troca de aparelho não busca apenas as novas funcionalidades que os modelos recentes oferecem, mas também demonstrar status entre os membros de sua comunidade. Neste caso, além da obsolescência programada, temos também a obsolescência psicológica, ou seja, aquela que considera antiquado o modelo antigo (e quem o usa) sempre que surge um novo modelo.

Ao trocarmos um produto que está em condições de uso simplesmente porque surgiu outro mais novo, estamos voluntariamente sendo vítimas das obsolescências programada e psicológica, sem falar do consumismo.  E contribuindo para o agravamento dos problemas ambientais e sociais do planeta. Pense nisto!

O vídeo abaixo fala mais sobre obsolescência programada. Que tal assisti-lo com alguém, para depois conversarem sobre este assunto importante e atual?


Sobre o mesmo tema, leia também  http://blog.cooperforte.coop.br/dia-mundial-do-meio-ambiente-a-historia-das-coisas/

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 2 de junho de 2014

Dia Mundial do Meio Ambiente: “A História das Coisas”

Por: Cooperforte

Nesta primeira semana de junho, quando no dia 5 comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, que tal pensar um pouco sobre a situação ambiental de nosso planeta?

A todo instante somos alertados que a realidade é crítica: nos últimos trinta anos foram consumidos 33% dos recursos naturais não renováveis, ou seja, quase um terço de tudo o que existe. Se continuarmos consumindo 1% destes recursos anualmente, até quando a Terra será sustentável para a vida humana?

Nos Estados Unidos, restam menos de 4% da floresta nativa. Na Amazônia, corta-se 2.000 árvores por minuto. O mesmo acontece em outros continentes, de modo que, em todas as partes do mundo, as condições razoáveis para a sobrevivência humana estão cada vez são mais ameaçadas.

Como numa reação em cadeia, a degradação ambiental leva à degradação social. Diariamente, 200 mil pessoas saem de seu lugar de origem para se instalar na periferia das grandes cidades, onde trabalham em subempregos, em condições prejudiciais à dignidade humana.

Mas o que cada um de nós tem a ver com isto? Em que o nosso dia a dia sustenta e contribui para o agravamento desta realidade? O que podemos fazer para melhorar esta situação? No vídeo abaixo, você encontra resposta para estas e muitas outras perguntas. Veja só:

 

Sobre este assunto, leia mais clicando aqui

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 19 de março de 2014

Verde que te quero verde!

Por: Cooperforte

Quanto mais a sociedade evolui, mais se conscientiza da necessidade de proteger e preservar o meio ambiente. Deste modo, praticar a sustentabilidade passou a ser, mais do que uma atitude muito valorizada, um comportamento exigido de todos, inclusive das empresas. Assim, processos industriais sustentáveis e produtos ecológicos hoje são fatores influentes na decisão de compra de muitos consumidores.

Nesta realidade, sustentabilidade tornou-se um rótulo importante, de forte apelo comercial, mas nem sempre esta etiqueta corresponde à verdade de vários produtos e serviços. É que muitas empresas divulgam falsamente esta característica na cadeia produtiva dos itens que coloca na prateleira dos mercados, enganando os consumidores. Isto é o que se chama greenwashinge seus gatilhos mais comuns são:

Armadilha dos malefícios “esquecidos”: destacam apenas o benefício ambiental dos produtos, sem mencionar os grandes prejuízos que ele causa. Exemplo: o produto é reciclável, mas sua produção consome muita água e energia.

Armadilha da falta de provas: os benefícios ambientais anunciados não têm comprovação científica ou certificação respeitável.

Armadilha da irrelevância: destacam benefício irrelevante ou supervalorizam algo que é comum ou exigência legal, como por exemplo os produtos sem o CFC, gás banido do mercado nos anos 70.

Sabendo destes “gatilhos”, que tal ficar mais atento e crítico ao que dizem os rótulos dos produtos que você consome?

 

Fonte: Inspirado em artigo de Rogerio Ruschel, diretor da Ruschel & Associados Marketing Ecológico e editor da revista eletrônica Business do Bem, onde este artigo foi publicado originalmente.