BLOG COOPERFORTE
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Publicado em Sustentabilidade , dia 12 de setembro de 2013

Hortas verticais: saúde e economia sustentadas

Por: Cooperforte

Dos temperos às verduras, atualmente as hortas verticais têm feito parte de muitos projetos de paisagismo, e quem escolhe plantá-las não se arrepende.

Este tipo de planta, além da aparência bonita, oferece um aroma diferente para a casa e uma boa economia para o bolso. Considerando que os produtos orgânicos custam em média 30% mais do que as formas comuns de cultivo, ter uma horta vertical pode contribuir para a redução de despesas no orçamento familiar, com uma produção ecológica e saudável.

O maior investimento no projeto é a sua execução. Os custos são variáveis e dependem de fatores como a mão de obra e os materiais para a construção da horta. Após esta etapa, o custo de manutenção é mínimo, apenas com a irrigação (água), adubos e terra.

Antes de escolher suas plantas, observe o clima da região onde mora e o espaço que você dispõe para a horta vertical. Usualmente, os temperos se dão melhor nos pequenos vasos e jardineiras. Qualquer que seja a sua escolha, você manterá em alta a saúde e a economia em sua casa.

 

Fonte:

http://casa.abril.com.br/materia/aprenda-a-fazer-uma-horta-vertical#11

http://casa.abril.com.br/materia/monte-uma-horta-em-um-painel-de-madeira

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1253552-aprenda-a-cultivar-ervas-e-temperos-nas-paredes-de-casa.shtml

http://www.tribunademinas.com.br/economia/onda-verde-esbarra-no-preco-alto-1.1109659

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 3 de setembro de 2013

Lixo jogado na rua custa caro ao nosso bolso

Por: Cooperforte

Nos últimos dias, volta e meia os noticiários destacam medidas que várias capitais brasileiras – e também algumas cidades do interior – estão adotando para melhorar a limpeza urbana e, consequentemente, garantir mais conforto e qualidade de vida à população. São as multas aplicadas a cidadãos e a empresas que jogam lixo na rua e fazem descartes em áreas impróprias.

Não é multado apenas quem descarta indevidamente grandes volumes. No centro da cidade e na zona sul do Rio de Janeiro, por exemplo, um copo descartável, uma caixinha de suco, uma long neck ou uma lata de refrigerante atirados na calçada, no jardim, na praia ou na rua constituem infração à lei municipal e, por isto, têm penalidade financeira.

Observando pela ótica da cidadania, é estranho que diante de tanta informação e da evolução socioeconômica nacional frequentemente divulgada, ainda hoje o comportamento urbano predominante muitas vezes não demonstre civilidade nem urbanidade. Tanto que a saída “educativa” ora encontrada passa pelo bolso, que – dizem – “é o órgão mais sensível do corpo humano”.

Mas no caso da limpeza urbana, a relação entre lixo e bolso é bem mais estreita do que se imagina. Recolher detritos e resíduos descartados no lugar errado custa caro aos cofres públicos e, por consequência, às finanças dos contribuintes. Em média, consome R$ 600 milhões por ano.

Segundo o portal G1, reduzir em apenas 15% a quantidade de lixo descartada em locais impróprios economizaria recursos suficientes para construir 1.184 casas populares, 30 clínicas da família ou 22 creches. Isto sem falar dos ganhos ambientais…

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 14 de agosto de 2013

Queimada urbana: ato que prejudica meio ambiente

Por: Cooperforte

Vegetação transformada em cinzas, animais silvestres mortos pelo fogo, nuvens de fumaça aumentando a poluição atmosférica.  Quanto mais se prolonga o período da seca em nosso país, mais ocorrem grandes queimadas, prejudiciais tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

Entretanto, não são somente as grandes queimadas florestais, que arrasam imensas áreas verdes,  que constituem crimes ambientais. Queimar qualquer coisa, gerando poluição que cause danos à saúde, é crime, previsto no artigo 54 da Lei Federal 9605/1998, conhecida como Lei do Meio Ambiente. A pena varia de seis meses a quatro anos de reclusão, além de multa.

Nem em quintal deve-se fazer queimadas, ainda que de galhos secos e folhas, pois,  apesar de ser propriedade particular, prejudica a atmosfera, que é um bem da comunidade. Mesmo sendo rejeitos naturais, a fumaça é antinatural, danosa e, às vezes, até fatal, pois contém partículas, gases e substâncias que provocam irritação dos olhos, da pele, das vias aéreas e até câncer. Crianças, idosos e pessoas portadoras de doenças respiratórias são os mais prejudicados.

Sabendo disto, é hora de, então, cada um fazer a sua parte. A começar por três simples ações:

‣ Não queimar lixo doméstico, ainda que sejam folhas secas e papeis no quintal de casa,

‣ Não jogar lixo em terrenos baldios, áreas verdes ou matas ciliares, para evitar a possibilidade de queimadas espontâneas e

‣ Não jogar bitucas acesas de cigarro em locais onde há lixo, folhas secas ou mato, principalmente da janela do carro em movimento e em estradas. Deste ato negligente e descuidado pode resultar um incêndio de dimensões incalculáveis!

 

Fonte: www.queimadasurbanas.bmd.br/FAQs.htm

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 7 de junho de 2013

O FUTURO DA ÁGUA DEPENDE DA COOPERAÇÃO

Por: Cooperforte

Você sabia que 2013 foi declarado pela Unesco o Ano Internacional da Cooperação pela Água? Com esta ação, a Unesco mais uma vez colocou a questão dos recursos hídricos mundiais na ordem do dia, destacando que, por ser a água um patrimônio do planeta, comunidades nacionais e internacionais precisam se unir cooperativamente para a valorização, potencialização e uso racional deste líquido tão precioso.

Falando sobre este assunto, a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, destacou: “A água é a base fundamental, cuja importância não pode ser subestimada. Ela é um denominador comum dos principais desafios globais do nosso tempo: energia, alimentos, saúde, paz e segurança. A gestão da água pode reduzir o risco de desastres, como secas e inundações. Considerando que bacias hidrográficas transfronteiriças e sistemas aquíferos representam quase a metade da superfície da Terra, a cooperação pela água é vital para a paz”.

Os recursos hídricos são limitados e o consumo de água aumenta a cada dia. Estima-se que, em 2050, a população global seja de aproximadamente 9,5 bilhões de habitantes, o que aumentará em 70% o consumo de água no planeta. Isto agravará uma situação que hoje já é preocupante, pois, em todo o mundo, 788 milhões de pessoas não têm acesso à água potável e 2,5 bilhões de pessoas vivem sem saneamento adequado.

O Brasil possui 12% de toda a água doce do planeta e, por meio da Lei 9.433/97 (Lei das Águas), estabeleceu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), visando assegurar a disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados, e promover a utilização racional e integrada dos recursos hídricos.

A lei considera que a água é um bem público e, portanto, não pode ser privatizada. Sua gestão deve considerar usos múltiplos (abastecimento, energia, irrigação, indústria etc.) e ser descentralizada, com participação de usuários, da sociedade civil e do Governo. Estabelece também que o consumo humano e de animais é prioritário em situações de escassez. Com a Lei das Águas, o Estado abre mão de uma parte de seus poderes e compartilha com os diversos segmentos da sociedade uma participação ativa nas decisões.

Mas infelizmente esta Lei não é suficiente para solucionar os problemas mais graves relativos aos recursos hídricos brasileiros, como, por exemplo, o tratamento da água e o lançamento de água não-tratada em esgotos irregulares ou em córregos e rios. De acordo com Marco Neves, especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas – ANA, estes problemas só serão resolvidos “quando existir um controle social para identificar o que está irregular e quando o Governo construir mais estações de tratamento de esgoto.” Enquanto essas mudanças não acontecem, a população precisa se conscientizar que a importância da água está acima de questões econômicas ou sociais; que a água é um bem vital e não pode ser desperdiçada.

Por isso, pense no que você pode fazer para minimizar este problema e comece a mudar atitudes desde sua casa.

 

Fontes:

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2013/04/ano-internacional-da-cooperacao-pela-agua-e-estrategico-para-unesco.html

http://www.brasil.gov.br/sobre/meio-ambiente/legislacao-e-orgaos/lei-das-aguas

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9433.htm

 

 

 

 

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 4 de junho de 2013

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE: O BRASILEIRO É UM POVO ECOCIDADÃO?

Por: Cooperforte

 

Amanhã, 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Então, que tal aproveitar a data para saber como está a consciência ambiental dos brasileiros? Segundo a pesquisa O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável”, realizada ano passado, durante a conferência internacional Rio + 20, nossa consciência ambiental não vai nada bem.

Veja só, o primeiro resultado é animador: 99,7% dos brasileiros  entrevistados acham importante cuidar do meio ambiente e 61% acreditam que o desmatamento da Floresta Amazônica é o principal problema ambiental do país. Mas apenas 2% dos pesquisados reconheceram a falta de consciência ecológica dos brasileiros como o principal problema ambiental do país.

Na verdade, a falta de consciência e a consequente má conduta ambiental são as principais causas de nossos problemas ecológicos. O desmatamento, em grande parte, é consequência de fatores econômicos, que vão desde a criação de pastos para desenvolvimento da pecuária até a extração de madeira – matéria-prima para a indústria moveleira e carvoeira.

Segundo a mesma pesquisa, 68% das pessoas entrevistadas não se arrependem pelas compras que faz por impulso. Entretanto, sabemos que consumismo exagerado e consciência ambiental são caminhos opostos; levam a destinos diferentes.

Quanto a lixo eletrônico e resíduos poluentes, 41% dos entrevistados admitem não fazer o descarte correto de pilhas e baterias; 29% informaram desprezar óleo usado no ralo da pia e terem outras atitudes semelhantes. Então, como se explica se estes baixos percentuais foram extraídos dos 99,7% que acham importante cuidar do meio ambiente?

Este quadro mostra que o brasileiro ainda não coloca a sustentabilidade na ordem do dia, pois a prática não confirma o discurso. Mas pouco a pouco esta realidade está mudando. Meio ambiente é tema cada vez mais discutido nas escolas , assim como produtos classificados como ecológicos, não poluentes, reciclados ou recicláveis começam a ganhar a preferência dos consumidores.  Tudo isto – educação, informação e atitudes ecológicas – indica que uma nova mentalidade ambiental está se formando.

Sabendo disto, não perca tempo: faça a sua parte na preservação do meio ambiente! O planeta começa em sua casa…

 

Fontes:

http://www.colunazero.com.br/2012/08/preocupacao-vs-consciencia.html

http://www.mma.gov.br/images/noticias_arquivos/pdf/agosto2012/apresentao_coletiva_imprensa_mma_agosto_final.pdf

http://www.colunazero.com.br/2010/12/pesquisas-revelam-boas-intencoes-mas.html

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 28 de fevereiro de 2013

REUTILIZAR: DECORAÇÃO SUSTENTÁVEL ESTÁ NA MODA

Por: Cooperforte

Lixo? Depende do ponto de vista. E da criatividade de cada um. Vivemos um período em que nossa relação com o que consumimos deve mudar, e a reutilização é uma forma interessante de dar melhor destino a materiais e objetos que se tornam lixo.

Para reutilizar qualquer material, a criatividade é a maior aliada. Com um pouco de imaginação, restos de construção, eletrodomésticos sem uso e embalagens se transformam. Está tudo na moda e você ainda gasta pouco com isso.

A prática da reutilização muitas vezes acaba se tornando um hobbie, pois ela desperta o desejo pela arte e pelo artesanato, além de gerar peças exclusivas para a sua casa.

Referências e inspirações são fáceis de encontrar. O tema está em alta e não faltam sites, fan pages e blogs especializados no assunto:

- www.reciclagemjardinagemedecoracao.blogspot.com.br/

- www.facebook.com/ReciclagemJardinagemEDecoracao

- www.vintagerevivals.com/ (em inglês)

A reutilização é uma medida que demanda tempo e dedicação, mas o resultado é sempre encantador. Experimente. Depois de criar a primeira peça você vai querer fazer mais e mais. E o planeta agradecerá.

 

 

Fontes:

http://mdemulher.abril.com.br/casa/reportagem/decoracao/aprenda-decorar-sua-casa-reaproveitando-objetos-620944.shtml

http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/veja-dez-objetos-que-nao-merecem-terminar-no-lixo-e-inspire-se/

http://pequenomundomeular.blogspot.com.br/2009/07/decoracao-com-objetos-reutilizados.html

http://reciclaedecora.com/reciclagem/decoracao-vintage-com-reutilizacao-de-objetos/

http://sosvidasustentavel.blogspot.com.br/2010/04/os-4rs-do-consumo-consciente.html

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 26 de fevereiro de 2013

HORTA EM CASA. APRENDA COMO SE FAZ.

Por: Cooperforte

Espalhadas no jardim, ocupando um cantinho da área de serviço ou na bancada da cozinha, as hortas dão um visual diferente à casa e aromam o ambiente, além de fornecer alimentos orgânicos da melhor qualidade para toda a família.

Ao contrário do que muitos pensam, ter uma horta em casa é fácil e não requer muito espaço. Basta seguir algumas regrinhas.

-Local: luminosidade é vital para o desenvolvimento das plantas. O ideal é manter a horta em local onde a luz do sol incida nelas entre 4 a 5 horas por dia.

-As Plantas: a depender do espaço que você dispõe em casa para fazer a horta, é importante saber os tipos de plantas mais adequados a este ambiente. Manjericão, alecrim, hortelã ou hortaliças pequenas, como minitomates, rúculas e espinafre são ideais para se cultivar em casa ou apartamento.

-O Vaso: as plantas precisam de espaço para se desenvolver, principalmente suas raízes. Por isso, é importante escolher vasos ligeiramente profundos, em média com 30 centímetros de altura e furos no fundo para escoar a água.

-As camadas: a primeira camada é composta por telha quebrada ou pedras. Elas servirão para proteger os furos de escoamento da água, impedindo que a terra os tampe. A segunda é mais fina, feita apenas com argila expandida. A terceira deve ser feita com areia grossa (de construção). E a quarta camada e mais espessa, é feita com terra preta (composto orgânico) e divide-se em 2 partes: uma camada para plantar a muda e a outra para tapá-la. Para que a terra permaneça sempre fornecendo os nutrientes necessários para a planta é fundamental que seja adicionado a ela um pouco de adubo orgânico a cada 4 meses.

-Cobertura: é imprescindível para proteger a terra e mantê-la úmida. Pode ser feita com palha seca ou pequenas pedras, sem cobrir os caules das plantas.

-Água: um segredo para saber se esta faltando água na planta é tocar a terra, um pouco abaixo da superfície. Deste modo, é possível observar se a terra continua úmida. Também é importante regar a planta no início da manhã ou ao final da tarde, sempre uma vez ao dia, evitando regá-la nos horários mais quentes, com o sol a pino.

Com estas dicas, o sonho de ter temperos e verduras orgânicas direto da horta não será impossível. Bastam disciplina e paciência. Em 15 dias, a depender da planta escolhida, a muda poderá se desenvolver por completo. Boa sorte!

 

Fontes:

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2011/03/engenheiro-agronomo-ensina-como-preparar-uma-horta-em-casa.html

http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/redacao/2012/05/05/ter-horta-de-temperos-e-facil-veja-como-cuidar-e-melhorar-os-sabores-e-aromas.htm

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/horta-caseira-comida-organica-569107.shtml