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  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 4 de fevereiro de 2013

CONSUMO COLABORATIVO. UMA PRÁTICA SAUDÁVEL

Por: Cooperforte

A colaboração é uma das atitudes mais benéficas em uma sociedade. Ela mobiliza, leva à realização e enriquece o convívio humano. Quanto mais a exercemos, mais nos beneficiamos dela, uma vez que seus resultados favorecem a todos. E a colaboração pode fazer parte de atividades que consideramos individuais, como o consumo, por exemplo.

Numa simples análise, por que 25 moradores de um mesmo prédio compram 25 furadeiras, sendo provável que usem esta ferramenta uma ou duas vezes ao ano? Seria mais econômico e racional ter apenas uma furadeira para todo o edifício. Este é o conceito de consumo colaborativo.

E esta tendência que vem se firmando cada vez mais por meio do diálogo e do compartilhamento que as redes sociais na internet permitem. Coisas que não nos servem mais podem interessar a outras pessoas, assim como os pertences dispensados por outros podem interessar a nós. Este é o conceito da www.swap.com , um site norte-americano onde as pessoas trocam coisas.

Uma empresa do ramo da construção civil está difundindo a colaboração de forma exemplar, mostrando que a troca e o uso coletivo são eficientes, econômicos e sustentáveis. Confira abaixo o vídeo que mostra como esta empresa está explorando ao máximo o potencial do consumo colaborativo.

Os brechós são outra forma de consumo colaborativo. Neles você poderá encontrar objetos e roupas de qualidade, em bom estado e a preços reduzidos. E poderá contribuir com vestuário e objetos que não tenham mais utilidade para você, recebendo uma pequena parte do valor de venda das peças, prática comum a estes estabelecimentos. Como parte do consumo consciente, estimule a prática do consumo colaborativo nos seus ambientes de convívio. Leve esta ideia na próxima reunião do condomínio onde você mora. Será uma boa oportunidade para sugerir uma mudança de atitude.

 

Fontes:

 

http://www.tecnisa.com.br/consumocolaborativo

http://tecnisaideias.com.br/

http://planetaideia.com/index.php/consumo-colaborativo-o-que-e/

http://www.youtube.com/watch?v=hjg2lPRy8NA

  • Sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade , dia 11 de janeiro de 2013

TABLETS NA EDUCAÇÃO: ECONOMIA E SOLUÇÕES

Por: Cooperforte

A tecnologia faz parte do cotidiano, principalmente dos jovens e das crianças. Estar conectado é rotina, e muitas vezes torna-se difícil obter a atenção dos filhos ou dos alunos, voltados para os smartphones e tablets, que ganharam o mercado em várias versões.

Conjugando tecnologia e o interesse das novas gerações, o movimento de inclusão dos tablets na educação vem sendo impulsionado pelas instituições de ensino superior. Os fatores que estão levando os centros universitários e faculdades a adotar essa nova ferramenta são:

Inclusão digital – com esta ferramenta, alunos e professores mantêm interação instantânea e multimídia, em qualquer lugar.

Redução de custos – os valores antes investidos na impressão de apostilas e na compra de livros passam agora a ser aplicados nos tablets, cuja capacidade de armazenar e processar dados é muito maior. A digitalização do conteúdo impresso e a elaboração de conteúdo digital colaboram para reduzir, também, os custos das bibliotecas físicas, que tendem a se tornar cada vez mais virtuais.

Sustentabilidade – impressões em papel devem ser cada vez mais evitadas, com o consequente benefício ao meio-ambiente. Segundo a reitora e diretora-executiva de Ensino da Estácio de Sá, Paula Caleffi, haverá uma redução anual de 5 milhões de páginas impressas somente na sua universidade.

Bem-estar do aluno – antes expostos ao peso dos livros para carregarem, os estudantes passam a portar somente os tablets, nos quais poderão armazenar todo o material necessário ao aprendizado e outros referências que enriqueçam o conhecimento.

As vantagens do uso da tecnologia no estudo são inegáveis. Essa inclusão, porém, exige que os professores estejam adaptados à ferramenta e preparados para driblar as inúmeras distrações que os tablets conectados a internet oferecem. Fotos, vídeos, redes sociais, chats são alguns dos “vilões” a serem vencidos. Mas de acordo com Carlos Valente, professor e doutorando pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), essas “distrações” podem se tornar aliadas dos professores, se eles explorarem essas mídias a favor das suas aulas, tendo em conta que o mundo digital é intrínseco ao cotidiano das novas gerações.

Não se pode afirmar que no futuro os cadernos e livros didáticos impressos deixarão de existir. Mas provavelmente eles serão apenas coadjuvantes no material escolar e acadêmico digital.

 

Fontes:

http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12758

http://www.tecmundo.com.br/educacao/33069-governo-brasileiro-comeca-a-distribuir-tablets-para-auxiliar-na-educacao-em-escolas-publicas.htm

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/tablets-substituem-livros-em-escolas-brasileiras/n1597608252795.html

http://www.mundodastribos.com/intel-mostra-conceito-de-tablet-que-pode-substituir-os-livros-escolares.html

 

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Publicado em Negócios, Sustentabilidade , dia 4 de janeiro de 2013

Economia, mesmo no verão.

Por: Cooperforte

O verão, sinônimo de férias e divertimento, é também um período de muitos gastos – as festas do Natal e Ano Novo, os passeios e as viagens de férias, a compra do material escolar e os impostos. Para evitar mais gastos nestes dias, conheça algumas orientações para economia de água e luz, mesmo na estação mais quente do ano:

Cortinas e persianas: Tente mantê-las abertas por mais tempo, aproveitando a iluminação do dia. Com esta medida você acenderá as luzes somente quando for necessário.

Leitura: Se você gosta de ler antes de dormir, opte por abajures com lâmpadas de baixa potência. Esta iluminação será suficiente para sua leitura e você evitará o consumo das lâmpadas de maior potência, usualmente instaladas no teto, para clarear o ambiente.

Chuveiro elétrico: Ele responde por 24% do valor da conta de energia, nas residências. Para reduzir seu consumo, altere a potência de aquecimento do chuveiro, do modo Inverno para o modo Verão; ou, se possível, desligue-o. Na hora de ensaboar-se, feche a torneira. Especialistas sugerem evitar o horário entre as 18h e as 21h para se tomar banho. Estas horas de pico do uso de energia podem sobrecarregar a rede, causando apagões.

Geladeira: Evite abrir a porta da geladeira com frequência. Esta medida ajudará a manter o resfriamento e reduzir o consumo de energia elétrica. E não use a parte de trás do refrigerador para secar roupas. Esta sobrecarga tende a danificar o eletrodoméstico e aumentar seu consumo de energia.

Piscina: Vede vazamentos para evitar o desperdício de água, e mantenha a piscina coberta quando não estiver em uso. A piscina permanecerá limpa por mais tempo, reduzindo a aplicação de produtos químicos e contribuindo para a preservação da água e da natureza.

Água não é brinquedo: Os banhos de mangueira e as brincadeiras com água corrente podem ser divertidos, mas desperdiçam este importante recurso natural e têm impacto significativo na conta de abastecimento de sua casa ou do seu condomínio.

Ar Condicionado: Para reduzir o consumo de energia, desligue os aparelhos antes de sair de casa. Na hora de dormir, programe o aparelho para desligar-se em 30 ou 40 minutos, tempo necessário até você adormecer. E faça a manutenção periódica destes equipamentos. Esta medida preservará sua saúde e evitará o consumo excessivo de energia.

Com estas orientações você aliviará seu bolso e preservará o meio ambiente, deixando o consumo abundante para o sol, que reina nesta época do ano.

 

Fontes:

http://saberpoupar.com/artigos/30-formas-poupar-dinheiro-ar-condicionado

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/01/noticias/especiais/verao/2012/1080820-veja-como-economizar-energia-eletrica-no-verao.html

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/10/21/horario-de-verao-veja-como-economizar-na-conta-de-luz.jhtm

http://www.ongaguaevida.org.br/blog/10-sustentatibilidade/59-dica-de-sustentabilidade-%E2%80%93-economize-neste-ver%C3%A3o

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Publicado em Sustentabilidade , dia 20 de dezembro de 2012

NATAL SUSTENTÁVEL: UM PRESENTE PARA A NATUREZA

Por: Cooperforte

A festa de Natal simboliza alegria e fartura, mas isso não significa que haja espaço para o desperdício. É possível economizar em praticamente todos os elementos da decoração e da ceia também. Sua casa se tornará um ambiente radiante com essas medidas de consumo consciente.

A palavra-chave para uma decoração de Natal sustentável é a reutilização. Papéis, tecidos e até mesmo árvores servem de matéria-prima para ornamento. Por exemplo, por que você irá comprar um pinheiro, se você pode aproveitar uma planta ou até mesmo a árvore que você tem em casa?

 

Para decorá-la, você poderá utilizar lâmpadas queimadas; basta pintá-las com cores diferentes e acrescentar desenhos e brilhos. Outra opção é pendurar os anjinhos em latas de alumínio; eles podem ser pintados ou utilizados nas próprias cores dos rótulos. E para incrementar de vez este símbolo do Natal, use garrafas PET para criar lindos sinos dourados. Caso você instale luzes de LED na decoração, não se esqueça de desligá-las antes de dormir.

*(Para conferir essas e outras dicas, entre nos links sugeridos, ao final do texto)

Na escolha dos presentes, opte por produções artesanais e sugira à família o tradicional amigo-secreto. Essa medida reduzirá seus gastos com presentes. Na hora de fazer o embrulho, escolha materiais reciclados. Caixas de papelão, papel pardo ou até mesmo folhas de jornal podem ser uma ótima opção, trabalhados com dobras e laços coloridos.

Outro momento relevante, senão o mais importante do Natal, é a ceia. Com todos à mesa, este será o momento de compartilhar a refeição mais especial do ano. Mas lembre-se, especial não é sinônimo de desperdício. Por isso, evite fazer mais comida que o necessário e não jogue fora aquilo que sobrar. Procure reutilizar os alimentos em outras receitas ou mesmo doá-los, em solidariedade.

O tempo de amor que o Natal evoca deve inspirar nossos atos todo o tempo – inclusive no cuidado com o planeta.

Fontes:

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/adriana-yazbek-dicas-natal-sustentavel-decoracao-enfeites-ceia-arvore-651485.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_psustentavel&

http://www.mundoverde.com.br/Noticia/2012/12/11/Como-fazer-um-Natal-sustentavel/

http://ciclovivo.com.br/noticia/10_enfeites_natalinos_sustentaveis_para_voce_fazer

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI19693-17334,00.html

http://papofeminino.uol.com.br/revistas/malu/natal-sustentavel-decore-a-casa-reaproveitando-objetos-antigos/

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Publicado em Sustentabilidade , dia 6 de dezembro de 2012

Obsolescência Programada: Bens de consumo com prazo de validade

Por: Cooperforte

Quantas vezes você trocou de telefone celular nos últimos 10 anos? Você sabe por que trocou tantas vezes de aparelho?

Evitar o consumismo pode ser difícil na era em que vivemos, quando novas tecnologias se sucedem sem que tenhamos tempo de conhecer e avaliar os reais benefícios das inovações. No desejo de experimentarmos o novo, somos convencidos do descarte antecipado daquilo que ainda não envelheceu – é a Obsolescência Programada.

A Obsolescência Programada é uma tática adotada pela indústria no século 20. Empresários, percebendo que a sociedade consumia poucas lâmpadas, decidiram reduzir seu tempo de vida útil, forçando as pessoas a comprarem lâmpadas com mais frequência.

Inicialmente restrita a este produto, a Obsolescência Programada  foi adotada por outros setores industriais, como o de eletrônicos e eletrodomésticos.

Teoria da conspiração? Nada disso. Tudo está muito bem explicado no documentário “A História da Obsolescência Programada” (http://bit.ly/TJd8Vd), que discute profundamente este intrigante tema, mantido em sigilo durante quase 100 anos.

Associados a esta tática estão estratégias de mercado e incentivos financeiros que induzem você a acreditar que a penúltima geração de eletroeletrônicos é sucata e que tudo é fácil de comprar.

Por que consertar se podemos comprar um novo? E mesmo que queiramos consertar, ficamos de mãos atadas diante da falta de peças para nossa “lata velha” com menos de 2 anos.

Os prejuízos deste ciclo consumista afetam a natureza, a sociedade e o seu bolso. Na opinião do diretor executivo da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), Ivo Lesbaupin, uma maneira de reverter esta situação é por meio da consciência e da articulação social: “Chegamos àquela situação em que consertar um determinado aparelho tem o mesmo custo que comprar um novo. A forma que temos de nos opor a isso é exigir melhor qualidade tecnológica dos produtos, a possibilidade de reparos, e que as peças possam ser utilizadas de alguma forma após o desmonte dos aparelhos”.

Outra saída abordada por Ivo seria exigir a troca completa de produtos que apresentem defeitos dentro do prazo de garantia. Segundo ele, isso forçaria as empresas a desenvolverem produtos com qualidade, diminuindo os riscos de falha de produto e aumentando sua vida útil.

Então, quando você for efetuar a compra de algum produto, pondere. Pense no seu bolso, pense no meio-ambiente e principalmente, pense se você não está sendo enganado por uma tática consumista. Exija sempre seus direitos e não hesite em cobra-los perante os órgãos de defesa do consumidor. Não torne obsoleta sua capacidade de lutar pelo que é justo.

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Publicado em Sustentabilidade , dia 16 de outubro de 2012

Reciclar faz bem para o planeta. E também para o bolso!

Por: Cooperforte

Você já pensou em transformar aquelas gavetas antigas em uma prateleira para sua casa? E em aproveitar as garrafas de vidro que seriam descartadas para fazer uma luminária ou, ainda, em utilizar garrafas pet como canteiros e vasos suspensos? Tem gente que já, e se deu bem… Muitas vezes basta um pouquinho de imaginação – e até uma dose de bom humor – para dar vida nova e novas finalidades a coisas que pareciam ter um único destino: o lixo. Isto é reciclar, um modo eficaz de economizar recursos naturais e contribuir para a saúde do planeta.

Em várias situações, a reciclagem pode ser feita dentro de nossa própria casa, nas pequenas coisas cotidianas. Às vezes nem é preciso transformar – basta encontrar novos usos para o que não tem mais finalidade. Agindo assim você evita que algo vá para o lixo, assim como economiza o dinheiro que gastaria para comprar o objeto de que necessitava e que acabou substituído por algo que você julgava inútil.

Reciclar é divertido e, quando se vê os resultados, pode até se tornar hobby ou um hábito frequente. Mas só reciclar não basta. Quem quer economizar recursos naturais e ainda cuidar do bolso deve tomar também outros cuidados. Quer umas dicas? Veja só:

. Ao comprar equipamentos elétricos, principalmente eletrodomésticos, prefira os que  tem boa avaliação no selo Procel(1). Eles economizam energia.

. Troque lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes. São mais duradouras, além de apresentarem vantagens ecológicas.

. Evite equipamentos e produtos que contenham CFC, HCFC e halons. Estes gases são prejudiciais à camada de ozônio.

. Seja racional no uso da água durante o banho (feche o chuveiro ao se ensaboar), ao escovar os dentes (mantenha a torneira fechada durante a escovação) e em várias outras atividades pessoais ou tarefas domésticas.

Estas dicas não são inéditas, certamente você já as viu em algum lugar. Mas é preciso relembrá-las sempre, para que de recomendações elas se transformem em atitudes. E que as atitudes, de tanto serem repetidas, se tornem hábitos saudáveis em favor do meio ambiente.

(1)   Selo Procel – Instituído por decreto presidencial em 1993, objetiva orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética, visando economia na sua conta de luz. Também estimula a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e para a preservação do meio ambiente.