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Publicado em Atualidades, Cooperativismo, Novidades , dia 2 de abril de 2015

O que pensa a juventude digital?

Por: Cooperforte

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Nação Hashtag (#). Este é o nome de uma pesquisa feita pela agência Havas Worldwide que buscou mostrar como pensam e vivem jovens entre 16 e 34 anos. Foram consultadas mais de 10 mil pessoas em 29 países.

O estudo mostrou as preferências e diferenças destes #jovens em comparação com a geração da década de 1960. Naquela época, o movimento de contracultura considerava importante se diferenciar e romper com os costumes: ser contra o status quo, vestindo roupas inusitadas, ouvindo músicas consideradas excêntricas vanguardistas e questionando atitudes esperadas até então.

Para o jovem Hashtag, porém, a atração pela rebelião perdeu espaço para o desejo de mexer, customizar, “hackear”, transformar, desconstruir sem destruir. É a geração dos “makers”, ou “fazedores”.

Marcada pelo autodidatismo despertado pela Internet, essa é a geração do “Faça Você Mesmo”, ou DIY (“Do It Yourself”). É possível aprender sozinho a fazer o que quiser, quando quiser – e os jovens aproveitam isso.

Outra diferença notada no estudo são as novas divisões e os novos agrupamentos nesta geração. Agora, os grupos são montados mais pelos interesses e pela forma de se comunicar do que pela faixa etária. Há, por exemplo, grupos de jovens com 25 anos que se juntam a outros, de 15 anos, apenas por um interesse em comum, como um filme ou um jogo específico de computador.

Usar das mesmas ferramentas tecnológicas também faz grande diferença na comunicação desta geração. Isso é relacionado com o novo costume de compartilhar informação. O ato de partilhar o que pensam ou sentem com conhecidos (e estranhos) é cada vez mais frequente, e faz com que os jovens se sintam empoderados.

A cultura pop continua sendo a referência para este grupo: 57% dele se interessa mais pelo que ocorre mundialmente do que pela cultura local. Consomem, então, mais marcas globais do que as nacionais e regionais, e a cultura norte-americana e seus ícones têm grande influência sobre esta geração. Para dialogar com este grupo é importante reconhecer o que ele valoriza e respeitar suas opiniões,incentivando o convívio pacífico com a diversidade das demais gerações, culturas e estilos de vida.

Referência: http://www.prosumer-report.com/blog/category/hashtag-nation/