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Publicado em Negócios , dia 4 de dezembro de 2014

Sucesso financeiro – Querer é poder

Por: Cooperforte

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Para muitos, o ditado “querer é poder” é apenas uma frase de efeito, muitas vezes até questionável. Porém, quando se trata de sucesso financeiro, muitos brasileiros já provaram que com esforço, planejamento e dedicação, é possível construir grandes fortunas. Edson Bueno, Lírio Parisotto e Sérgio Amoroso são exemplos de pessoas que saíram de classes menos favorecidas e, ao longo de suas vidas, construíram uma boa fortuna. Quer saber quem são essas pessoas e suas histórias? Veja abaixo:

 

1.   Edson Bueno: criado por sua mãe, dona-de-casa, e seu padrasto, caminhoneiro, Edson teve uma infância simples na cidade de Guarantã, interior paulista. Quando criança, trabalhou durante muito tempo como engraxate e chegou a repetir quatro vezes a 4ª série. Foi então que ele conheceu o médico da cidade e se encantou pela profissão. O ex-engraxate superou os problemas escolares e formou-se em medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em seu primeiro emprego no Hospital Duque de Caxias, Bueno mostrou sua capacidade empreendedora. A instituição passava por problemas financeiros e Edson, que não estava recebendo salário, propôs ao diretor do hospital que seus serviços fossem pagos em cotas de participação.

Edson deixou de ser empregado para tornar-se dono e transformou o hospital Duque de Caxias no que hoje é: a maior empresa de plano de saúde do Brasil, a Amil. Em 2012, a empresa foi vendida para a americana United Health e, hoje, Edson Bueno é o controlador da companhia de medicina diagnóstica Dasa.

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Créditos: Germano Lüders

 

2.   Lírio Parisotto: vindo de uma família simples de agricultores do interior do Rio Grande do Sul, Lírio ia descalço para a escola e trabalhava na lavoura junto com seus nove irmãos. Aos 22 anos abriu uma loja de som automotivo e, mais tarde, analisando uma necessidade de mercado, lançou-se no ramo industrial com a Videolar, que nasceu produzindo fitas cassetes e VHS e hoje é líder nacional no segmento de produtos para armazenamento de mídias digitais.

Dez anos após a abertura da Videolar, Parisotto descobriu sua paixão pelo mercado de ações. Chegou a perder 600 milhões, mas se recuperou e hoje é um investidor tão dedicado que possui um escritório na sede de uma das principais corretoras do país.

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Créditos: Marcelo G. Ribeiro

 

3.   Sérgio Amoroso: aos 11 anos, sua família viu seu único bem, uma pequena propriedade rural, ir à falência. Diante disso, todos se mudaram para a cidade de Birigui (SP), e Sérgio teve que buscar seu primeiro emprego: assistente de almoxarifado em uma fábrica de calçados.

Sete anos depois e cansado daquela vida, decidiu tentar uma oportunidade em São Paulo. Após oito meses de muita dificuldade, encontrou emprego em uma fábrica de embalagem de papel e cresceu na profissão, até que, no início dos anos 80, a empresa pediu concordata. Em 1981, Amoroso e alguns sócios alugaram um galpão e começaram sua própria fábrica, que hoje é uma das maiores produtoras de celulose do país.

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Créditos: Ernesto de Souza

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/dez-milionarios-e-bilionarios-que-comecaram-do-nada